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	<title>Talidade &#187; Astronomia</title>
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	<description>Não acredite! Não dúvide! Não Pense! Reflita!</description>
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		<title>Gigantesco asteróide poderá colidir com a Terra em 2102</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 15:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[descobertas]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160; Um aster&#243;ide de 500 metros de comprimento e um bilh&#227;o de toneladas poderia colidir com a Terra no in&#237;cio do pr&#243;ximo s&#233;culo, causando uma destrui&#231;&#227;o maci&#231;a no planeta, declarou nesta quinta-feira um especialista da Nasa (ag&#234;ncia espacial americana). &#160; O impacto do aster&#243;ide &#8211;denominado &#8216;2004 VD17&#8216;&#8211; parece ser uma remota possibilidade, da ordem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="display: none;" id="1222096610100S">&nbsp;</span><span style="display: none;" id="1222096608085S">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="display: none;" id="1222096604349S"> </span><span style="display: none;" id="1222096601101S"> </span></div>
<div style="text-align: justify;">Um <strong>aster&oacute;ide </strong>de 500 metros de comprimento e um bilh&atilde;o de toneladas poderia colidir com a Terra no in&iacute;cio do pr&oacute;ximo s&eacute;culo, causando uma <strong>destrui&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a</strong> no planeta, declarou nesta quinta-feira um especialista da Nasa (ag&ecirc;ncia espacial americana).</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">O impacto do aster&oacute;ide &#8211;denominado &#8216;<strong>2004 VD17</strong>&#8216;&#8211; parece ser uma remota possibilidade, da ordem de <strong>uma em mil</strong>, segundo os cientistas, mas caso ocorra, liberaria <strong>10 mil megatons de energia</strong>, ou seja, o equivalente &agrave; explos&atilde;o de todas as armas nucleares existentes no planeta.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">O risco potencial representado pelo aster&oacute;ide foi rapidamente manifestado ap&oacute;s a descoberta da grande rocha c&oacute;smica, em 27 de novembro de 2004.</div>
<div style="text-align: justify;">
As chances de uma colis&atilde;o com a Terra, em 4 de maio de 2102, foram avaliadas na ocasi&atilde;o como uma possibilidade de uma em 3.000.</p>
<p>Novas observa&ccedil;&otilde;es e c&aacute;lculos complementares aumentaram o risco a &quot;pouco menos de um por 1.000&quot;, disse David Morrison, especialista da Nasa especializado em corpos celestes pr&oacute;ximos da Terra em um texto difundido por correio eletr&ocirc;nico.</p>
<p>O &#8217;2004 VD17&#8242; &eacute; o aster&oacute;ide com as maiores chances de entrar em colis&atilde;o com a Terra, como muitas vezes foi especulado em romances e filmes de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>
<p>&quot;O risco de um impacto no pr&oacute;ximo s&eacute;culo &eacute; mais elevado que no caso de qualquer outro aster&oacute;ide conhecido&quot;, disse Morrison, destacando, no entanto, que a possibilidade &eacute; muito pequena.</p></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">da <b>France Presse</b>, em Paris.</div>
<p><span style="display: none;" id="1222096600547E">&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14313.shtml" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14313.shtml?referer=');">Folha Online &#8211; Ci&ecirc;ncia</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="display: none;" id="1222096610619E">&nbsp;</span><span style="display: none;" id="1222096608383E">&nbsp;<br />
</span></p>
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		<title>Sem norte nem sul</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/12/sem-norte-nem-sul/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 19:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fenômenos]]></category>
		<category><![CDATA[Inversão dos Pólos]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[geofísica]]></category>
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		<description><![CDATA[A invers&#227;o dos p&#243;los magn&#233;ticos da Terra &#233; t&#227;o inevit&#225;vel quanto incerta. N&#243;s s&#243; podemos assisti-la. &#160; Os mais antigos tra&#231;os de fogueiras feitas por homin&#237;deos foram encontrados recentemente por arque&#243;logos israelenses no vale do rio Jord&#227;o. H&#225; cerca de 790 mil anos, os Homo erectus que acenderam aqueles fogos n&#227;o podiam se dar conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A <strong>invers&atilde;o dos p&oacute;los magn&eacute;ticos </strong>da Terra &eacute; t&atilde;o inevit&aacute;vel quanto incerta. N&oacute;s s&oacute; podemos assisti-la.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Os mais antigos tra&ccedil;os de fogueiras feitas por homin&iacute;deos foram encontrados recentemente por arque&oacute;logos israelenses no vale do rio Jord&atilde;o. H&aacute; cerca de 790 mil anos, os <em>Homo erectus</em> que acenderam aqueles fogos n&atilde;o podiam se dar conta de que, naquela &eacute;poca, os <strong>p&oacute;los magn&eacute;ticos </strong>norte e sul estavam em <strong>posi&ccedil;&otilde;es invertidas</strong> em rela&ccedil;&atilde;o aos dias de hoje, mas as tartarugas marinhas &#8211; mais antigas do que os dinossauros &#8211; precisaram ser capazes de se adaptar a essa mudan&ccedil;a in&uacute;meras vezes. Sabe-se agora que seu sistema biol&oacute;gico de orienta&ccedil;&atilde;o durante as longas migra&ccedil;&otilde;es pelos oceanos depende da capacidade de perceber as m&iacute;nimas varia&ccedil;&otilde;es no <strong>campo magn&eacute;tico </strong>para compor uma esp&eacute;cie de <strong>mapa cerebral</strong> de <strong>coordenadas geogr&aacute;ficas</strong>. &Eacute; algo como os dispositivos de posicionamento global (GPS), que usam sat&eacute;lites, disseram pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, em estudo publicado no final de abril na revista Nature.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O <strong>campo magn&eacute;tico </strong>da Terra tem origem no movimento de convec&ccedil;&atilde;o domagna interior (como em uma panela de &aacute;gua fervendo). As <strong>cargas el&eacute;tricas </strong>nesse mingau geram o <strong>campo magn&eacute;tico </strong>e sua orienta&ccedil;&atilde;o deixa rastros nas rochas que se solidificam na crosta. Em abril, geof&iacute;sicos da Universidade Internacional da Fl&oacute;rida, em Miami, publicaram na revista Science os resultados do estudo de rochas que correspondem &agrave;s tr&ecirc;s mais recentes invers&otilde;es do campo magn&eacute;tico (a &uacute;ltima cerca de 790 mil anos atr&aacute;s) e conclu&iacute;ram que o per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o dura em m&eacute;dia sete mil anos. Verificaram tamb&eacute;m que o fen&ocirc;meno n&atilde;o ocorre em todos os lugares com a mesma velocidade. Pr&oacute;ximo do equador, o processo leva cerca de dois mil anos, enquanto nas m&eacute;dias latitudes pode levar cerca de dez mil anos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><strong>&Iacute;m&atilde; de barra:</strong> Isso significa que h&aacute; per&iacute;odos em que a Terra n&atilde;o tem <strong>p&oacute;los magn&eacute;ticos </strong>definidos. Segundo <strong>Igor Pacca</strong>, pesquisador do Instituto de Astronomia, Geof&iacute;sica e Ci&ecirc;ncias Atmosf&eacute;ricas da USP, durante o processo de <strong>invers&atilde;o</strong>, as linhas de campo mudam de dire&ccedil;&atilde;o e de intensidade. Para simplificar, ele sugere que se imagine um &iacute;m&atilde; de barra no interior da Terra. H&aacute; duas maneiras de se entender o processo. &quot;Primeiro, girando o &iacute;m&atilde; e, com isso, se inverteriam as linhas de campo; outra, seria o encurtamento do &iacute;m&atilde; at&eacute; que ele desaparecesse e come&ccedil;asse a crescer do lado contr&aacute;rio&quot;. Nenhuma a&ccedil;&atilde;o humana seria capaz de impedir o processo.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Simula&ccedil;&otilde;es feitas em computadores indicam que ele n&atilde;o tem hora certa para acontecer. E, quando acontece, mudam coisas important&iacute;ssimas no interior e no entorno do planeta.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">De acordo com Pacca, a invers&atilde;o altera, entre outras coisas, a intensidade das radia&ccedil;&otilde;es que atingem a ionosfera, porque o campo magn&eacute;tico funciona como uma <strong>prote&ccedil;&atilde;o </strong>que desvia o vento solar, um sopro cont&iacute;nuo de part&iacute;culas eletricamente carregadas. A <strong>camada de oz&ocirc;nio </strong>que nos protege da radia&ccedil;&atilde;o ultravioleta, menos densa em torno do atual p&oacute;lo magn&eacute;tico sul (o famoso &quot;buraco de oz&ocirc;nio&quot;), seria igualmente afetada, podendo diminuir ou aumentar ou simplesmente ter seu &quot;buraco&quot; deslocado para outro canto do planeta. Altera&ccedil;&otilde;es no clima seriam esperadas, al&eacute;m de efeitos no manto pastoso e na crosta terrestre que resultariam em fen&ocirc;menos associados aos movimentos tect&ocirc;nicos das placas continentais (inclusive terremotos e vulcanismos).</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O mundo n&atilde;o acaba a cada invers&atilde;o magn&eacute;tica, mas v&atilde;o levar vantagem as esp&eacute;cies mais capazes de conviver com a nova realidade, adaptando-se ou n&atilde;o biologicamente. Como as tartarugas! [Jeruza Pereira]</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><strong>Fonte:</strong> </span><a href="http://www.oretratodobrasil.com.br/reportagem/56/Sem%20norte%20nem%20sul.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.oretratodobrasil.com.br/reportagem/56/Sem_20norte_20nem_20sul.pdf?referer=');"><span style="font-family: Arial;">Revista Oficina Informa n&ordm;95, maio de 2004 </span></a></div>
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		<title>Quando a Terra gira torna-se um imenso ímã</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 17:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como se forma o campo magn&#233;tico da Terra? &#160; &#201; verdade que os p&#243;los magn&#233;ticos norte e sul se invertem com o tempo? &#34;No interior da Terra, entre 2900 e 5200 quil&#244;metros de profundidade, h&#225; uma camada de fluido constitu&#237;da principalmente por ferro&#34;, explica o geof&#237;sico Igor Pacca, do Instituto Astron&#244;mico e Geof&#237;sico da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Como se forma o <strong>campo magn&eacute;tico</strong> da Terra?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&Eacute; verdade que os <strong>p&oacute;los magn&eacute;ticos </strong>norte e sul se invertem com o tempo?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&quot;No interior da Terra, entre 2900 e 5200 quil&ocirc;metros de profundidade, h&aacute; uma camada de fluido constitu&iacute;da principalmente por ferro&quot;, explica o <strong>geof&iacute;sico Igor Pacca</strong>, do Instituto Astron&ocirc;mico e Geof&iacute;sico da Universidade de S&atilde;o Paulo. Com o movimento de rota&ccedil;&atilde;o do planeta o fluido tamb&eacute;m roda. Como a parte mais externa do globo &eacute; constitu&iacute;da por rochas s&oacute;lidas, h&aacute; um atrito entre as duas camadas, fazendo com que o fluido gire formando espirais. As correntes circulares que se formam comportam-se como os fios de um d&iacute;namo nos quais as <strong>cargas el&eacute;tricas </strong>correm em c&iacute;rculo. Sempre que h&aacute; cargas caminhando numa mesma dire&ccedil;&atilde;o forma-se campo magn&eacute;tico. &Eacute; assim que a Terra transforma-se em um imenso &iacute;m&atilde;.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O campo tem sempre uma orienta&ccedil;&atilde;o, que se convencionou chamar de <strong>norte</strong>. Apesar de o <strong>norte magn&eacute;tico</strong> n&atilde;o coincidir exatamente com o <strong>norte geogr&aacute;fico</strong>, a diferen&ccedil;a entre eles &eacute; pequena. Mas nem sempre foi assim. Estudos recentes de res&iacute;duos magn&eacute;ticos em rochas e no solo dos oceanos mostraram que o campo magn&eacute;tico a Terra j&aacute; teve sua <strong>polaridade invertida</strong> pelo menos 170 vezes em 100 milh&otilde;es de anos. A &uacute;ltima delas aconteceu h&aacute; cerca de 700000 anos. Seria como se peg&aacute;ssemos uma b&uacute;ssola e ela apontasse para o nosso sul geogr&aacute;fico. Os cientistas ainda n&atilde;o conseguem explicar o porqu&ecirc; da <strong>invers&atilde;o</strong>. Teoricamente, a Terra teria que passar a girar para outro lado para inverter a orienta&ccedil;&atilde;o do campo. S&oacute; que isso nunca aconteceu.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Como as invers&otilde;es n&atilde;o ocorreram em per&iacute;odos regulares n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel prever quando ser&aacute; a pr&oacute;xima. Existem ainda varia&ccedil;&otilde;es menores na orienta&ccedil;&atilde;o do campo. Ele tende a sofrer pequenos desvios para oeste. Uma das explica&ccedil;&otilde;es &eacute; que o n&uacute;cleo central da Terra &eacute; s&oacute;lido. Por isso ele anda mais devagar que a camada externa flu&iacute;da, freando ligeiramente o movimento e provocando um pequeno desvio.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O n&uacute;cleo externo da Terra &eacute; constitu&iacute;do de ferro derretido, praticamente l&iacute;quido. Quando ele gira, junto com o movimento de rota&ccedil;&atilde;o, o atrito com a &aacute;rea s&oacute;lida formada por rochas faz com que se formem redemoinhos que parecem cilindros. As cargas el&eacute;tricas que correm nos cilindros formam o campo magn&eacute;tico.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><strong>Fonte:</strong> </span><a target="_blank" href="http://http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_30066.shtml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/http_//super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_30066.shtml?referer=');"><span style="font-family: Arial;">Revista SuperInteressante On-Line</span></a></div>
<div><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
]]></content:encoded>
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