<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Talidade &#187; Epidemiologia</title>
	<atom:link href="http://talidade.com.br/category/epidemiologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://talidade.com.br</link>
	<description>Não acredite! Não dúvide! Não Pense! Reflita!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 16 May 2009 01:37:31 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Pessoas infelizes assistem mais TV, diz estudo</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/12/15/pessoas-infelizes-assistem-mais-tv-diz-estudo/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/12/15/pessoas-infelizes-assistem-mais-tv-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 04:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=274</guid>
		<description><![CDATA[Um estudo feito por soci&#243;logos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televis&#227;o, enquanto pessoas que se consideram felizes l&#234;em mais e t&#234;m vida social mais ativa.
&#160;
O trabalho foi publicado na edi&#231;&#227;o de dezembro da revista cient&#237;fica &#34;Social Indicators Research&#34;.
&#160;
Os pesquisadores, da Universidade de Maryland, na cidade de Baltimore, basearam suas conclus&#245;es em pesquisas realizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Um estudo feito por soci&oacute;logos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televis&atilde;o, enquanto pessoas que se consideram felizes l&ecirc;em mais e t&ecirc;m vida social mais ativa.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">O trabalho foi publicado na edi&ccedil;&atilde;o de dezembro da revista cient&iacute;fica &quot;Social Indicators Research&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os pesquisadores, da Universidade de Maryland, na cidade de Baltimore, basearam suas conclus&otilde;es em pesquisas realizadas ao longo de 30 anos nos Estados Unidos.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Com base nesses estudos, eles ainda conclu&iacute;ram que as horas que a popula&ccedil;&atilde;o passa em frente &agrave; televis&atilde;o podem aumentar com a crise econ&ocirc;mica.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Tr&ecirc;s d&eacute;cadas</strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os soci&oacute;logos John P. Robinson e Steven Martin, da University of Maryland, analisaram dados de quase 30 mil adultos que participaram de estudos sobre o uso do tempo e sobre comportamento social feitos entre 1975 e 2006.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Nos estudos sobre como as pessoas usam seu tempo, os participantes foram convidados a escrever di&aacute;rios relatando suas atividades durante um per&iacute;odo de 24 horas, indicando qu&atilde;o prazerosas foram cada uma delas.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As pesquisas sobre comportamento social, ou General Social Surveys, tamb&eacute;m usadas como base para o presente estudo, indagaram aos participantes, durante anos consecutivos, qu&atilde;o felizes se sentiam e como passavam seu tempo, al&eacute;m de outras quest&otilde;es.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Robinson e Martin verificaram que, em rela&ccedil;&atilde;o ao h&aacute;bito de assistir TV, os dois tipos de estudos apresentaram resultados diferentes.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com as General Social Surveys, pessoas que se consideram infelizes assistem em m&eacute;dia 20% mais televis&atilde;o do que pessoas muito felizes. Em suas conclus&otilde;es, os pesquisadores levaram em conta caracter&iacute;sticas individuais como educa&ccedil;&atilde;o, sal&aacute;rio, idade e estado civil.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As pesquisas tamb&eacute;m revelaram que pessoas que se descrevem como felizes s&atilde;o mais ativas socialmente, participam mais de servi&ccedil;os religiosos, votam com mais freq&uuml;&ecirc;ncia e l&ecirc;em mais jornais.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As informa&ccedil;&otilde;es obtidas a partir dos di&aacute;rios descrevendo como as pessoas passavam o tempo, no entanto, revelaram um quadro diferente.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Escrevendo em tempo real, no mesmo dia em que as atividades aconteceram, os participantes parecem ver o ato de assistir televis&atilde;o de forma mais positiva.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo Robinson, embora os telespectadores digam que a TV de forma geral &eacute; um desperd&iacute;cio de tempo e uma atividade n&atilde;o particularmente agrad&aacute;vel, muitos acrescentam que os programas vistos &quot;foram muito bons&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Satisfa&ccedil;&atilde;o a longo prazo</strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os autores do estudo conclu&iacute;ram, desta forma, que assistir televis&atilde;o pode contribuir para a felicidade do telespectador naquele momento, por&eacute;m, h&aacute; menos efeitos positivos a longo prazo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;A TV n&atilde;o parece realmente satisfazer as pessoas a longo prazo da maneira como o envolvimento social ou a leitura de um jornal o fazem&quot;, disse Robinson, um pioneiro em estudos sobre como as pessoas passam seu tempo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Ela &eacute; mais passiva e pode oferecer um escape &#8211; especialmente quando as not&iacute;cias s&atilde;o deprimentes&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Os dados indicam que o h&aacute;bito de ver TV pode oferecer prazer a curto prazo, mas causam mal a longo prazo.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Baseado em dados colhidos pelas pesquisas sobre o uso do tempo, Robinson prev&ecirc; que a popula&ccedil;&atilde;o deva assistir mais televis&atilde;o durante o per&iacute;odo de crise econ&ocirc;mica.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;&Agrave; medida que as pessoas t&ecirc;m progressivamente mais tempo em suas m&atilde;os, as horas em frente &agrave; TV aumentam&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Ele acrescenta que um pouco do tempo extra tamb&eacute;m poder&aacute; ser preenchido dormindo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">(Depois da televis&atilde;o) &quot;o sono pode ser o segundo grande benefici&aacute;rio da perda de emprego ou da redu&ccedil;&atilde;o nas horas de trabalho&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u468797.shtml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u468797.shtml?referer=');">Folha Online</a></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/12/15/pessoas-infelizes-assistem-mais-tv-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fatos básicos sobre vacinas</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/18/fatos-basicos-sobre-vacinas/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/18/fatos-basicos-sobre-vacinas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 04:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=128</guid>
		<description><![CDATA[1. Vacinas                   s&#227;o t&#243;xicas             


Vacinas cont&#234;m subst&#226;ncias que s&#227;o t&#243;xicas                [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">1. Vacinas                   s&atilde;o t&oacute;xicas</span></strong><span style="font-family: Arial;">             </span></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Vacinas cont&ecirc;m subst&acirc;ncias que s&atilde;o t&oacute;xicas                 para o ser humano (merc&uacute;rio, formol, alum&iacute;nio etc.)                 As bulas de vacinas cont&ecirc;m esta e outras informa&ccedil;&otilde;es                 que, por lei, devem estar dispon&iacute;veis ao p&uacute;blico.                 Apesar dessas bulas serem impressas para os consumidores, os                 m&eacute;dicos n&atilde;o as mostram a seus pacientes.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Vacinas s&atilde;o cultivadas sobre tecidos estranhos e cont&ecirc;m                 material gen&eacute;tico alterado de origem humana e animal.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">2. A                   vacina&ccedil;&atilde;o deprime e prejudica a fun&ccedil;&atilde;o                   do c&eacute;rebro e da imunidade.                   Pesquisas cient&iacute;ficas                honestas e imparciais &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; mostraram que a vacina&ccedil;&atilde;o &eacute; fator               de risco em muitas               doen&ccedil;as, como:</span></strong><span style="font-family: Arial;">             </span></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">s &iacute;ndrome de morte infantil s&uacute;bita (SIDS);</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">disfun&ccedil;&otilde;es de desenvolvimento (autismo, convuls&otilde;es,                 retardo mental, hiperatividade, dislexia etc.);</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">defici&ecirc;ncia imunol&oacute;gica (AIDS, S&iacute;ndrome                 Epstein Barre etc.);</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">doen&ccedil;as degenerativas (distrofia muscular, esclerose                 m&uacute;ltipla, artrite, c&acirc;ncer, leucemia, l&uacute;pus,                 fibromialgia etc.).</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">3. O                   alto &iacute;ndice de rea&ccedil;&otilde;es adversas a vacinas &eacute; ignorado                   e negado pela medicina convencional</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Antes de 1990, os m&eacute;dicos n&atilde;o eram legalmente                 obrigados a notificar as rea&ccedil;&otilde;es adversas ao &oacute;rg&atilde;o                 de controle de doen&ccedil;as nos EUA ( CDC &#8211; US Centers                 for Disease Control).</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Rea&ccedil;&otilde;es adversas s&atilde;o consideradas &quot;normais&quot;,                 s&atilde;o ignoradas ou diagnosticadas como outras doen&ccedil;as.                 Apesar desse sistema prec&aacute;rio, os danos notificados s&atilde;o                 numerosos.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Apesar da obriga&ccedil;&atilde;o legal atual, menos de 10%                 dos m&eacute;dicos notificam ao CDC os danos que testemunham.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Ao longo da hist&oacute;ria, muitos profissionais renomados                 da &aacute;rea da sa&uacute;de, em todo o mundo, declararam sua                 oposi&ccedil;&atilde;o veemente &agrave; vacina&ccedil;&atilde;o,                 chamando-a de fraude cient&iacute;fica.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">4. Programas                   de vacina&ccedil;&atilde;o em massa exp&otilde;em o p&uacute;blico                   ao perigo de forma sistem&aacute;tica e irrespons&aacute;vel, desrespeitando               os direitos da popula&ccedil;&atilde;o</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">M&eacute;dicos vacinam os desinformados. A bula do laborat&oacute;rio                 que cont&eacute;m um m&iacute;nimo requerido pela lei n&atilde;o                 est&aacute; dispon&iacute;vel ao consumidor para que este possa                 tomar uma decis&atilde;o mais informada.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Afirma&ccedil;&otilde;es falsas e coa&ccedil;&atilde;o anti&eacute;tica                 como amea&ccedil;ar, intimidar e coagir s&atilde;o utilizadas                 para assegurar o consentimento para vacinar.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">5. N&atilde;o                   h&aacute; prova de que vacinas s&atilde;o seguras ou eficazes</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">N&atilde;o h&aacute; estudos com grupos de controle. Autoridades                 consideram que &quot;n&atilde;o vacinar&quot; &eacute;  anti&eacute;tico                 e se recusam a estudar volunt&aacute;rios n&atilde;o vacinados.                 Se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos                 cient&iacute;ficos honestos, a vacina seria proibida.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Estudos realizados n&atilde;o est&atilde;o eliminando o preconceito                 do leitor. As autoridades que re&uacute;nem e publicam estat&iacute;sticas                 de doen&ccedil;as trabalham em conjunto com laborat&oacute;rios                 que produzem as vacinas e t&ecirc;m interesses econ&ocirc;micos                 neles. Efeitos colaterais e &oacute;bitos s&atilde;o                 atribu&iacute;dos                 a tudo, menos vacinas, para distorcer os resultados e fazer parecer                 que as vacinas t&ecirc;m algum m&eacute;rito.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">6. As                   leis permitem que os laborat&oacute;rios quebrem a confian&ccedil;a p&uacute;blica</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Em processos particulares por danos causados pela vacina,                 a informa&ccedil;&atilde;o apresentada mostra que as vacinas                 podem ser letais.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Fabricantes de vacinas imp&otilde;em confidencialidade como                 instrumentos nos processos para impedir que o autor da a&ccedil;&atilde;o                 divulgue a verdade sobre a perigosa natureza das vacinas. O governo                 permite o uso destas t&aacute;ticas anti&eacute;ticas, que p&otilde;em                 em risco a sa&uacute;de p&uacute;blica.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">7.Nos                   EUA, a lei de Les&otilde;es da Vacina Infantil de 1987 age como tranq&uuml;ilizante</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Este programa de compensa&ccedil;&atilde;o finge reconhecer                 a exist&ecirc;ncia de danos vacinais  &quot;consertando&quot; os                 erros cometidos. Nada nessa lei tenta impedir que tais ocorr&ecirc;ncias                 se repitam no futuro.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Essa lei &eacute; o resultado da press&atilde;o dos fabricantes                 de vacinas para que sejam &quot;imunizados&quot;  contra processos                 particulares que podem chegar a milh&otilde;es de d&oacute;lares                 por caso.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Os fabricantes de vacinas conseguiram se eximir bem da responsabilidade                 e, nos anos recentes, a compensa&ccedil;&atilde;o ficou cada                 vez mais dif&iacute;cil por meio desse programa. Os par&acirc;metros                 definindo o dano vacinal t&ecirc;m mudado e, em muitos casos,                 os pais s&atilde;o acusados de terem provocado a S&iacute;ndrome                 da Crian&ccedil;a                 Sacudida.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">8. Empresas                   de seguros, que fazem os melhores estudos de sinistros, abandonaram                   por completo as coberturas de danos &agrave; vida e &agrave;  propriedade causados               por:</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">ato de Deus;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">guerra nuclear e acidentes em usinas nucleares;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">vacina&ccedil;&atilde;o.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">9.&nbsp; Vacina&ccedil;&atilde;o                   n&atilde;o &eacute; medicina de urg&ecirc;ncia</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Afirmam que vacinas evitam um poss&iacute;vel risco futuro.                 No entanto, as pessoas s&atilde;o pressionadas a decidirem na                 hora. O uso do medo e de intimida&ccedil;&atilde;o pelo m&eacute;dico                 para for&ccedil;ar uma vacina &eacute; anti&eacute;tico. Vacinas                 s&atilde;o medicamentos com s&eacute;rias rea&ccedil;&otilde;es                 adversas. Deveria haver tempo para reflex&atilde;o antes de uma                 decis&atilde;o.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">10.&nbsp; N&atilde;o                   h&aacute; lei exigindo vacina&ccedil;&otilde;es para beb&ecirc;s                   ou qualquer pessoa</span></strong></div>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A vacina&ccedil;&atilde;o est&aacute; ligada ao atendimento                 escolar, mas n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria. Isen&ccedil;&otilde;es                 de vacinas, apesar de restritas e controladas, s&atilde;o inerentes                 a cada lei e podem ser expandidas por press&atilde;o p&uacute;blica.</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Nos EUA, os Minist&eacute;rios da Sa&uacute;de e da Educa&ccedil;&atilde;o                 e a Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Americana lucram com                 a venda de vacinas. Eles raramente divulgam a exist&ecirc;ncia                 e detalhes das isen&ccedil;&otilde;es.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www.taps.org.br/Paginas/vacinart12.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.taps.org.br/Paginas/vacinart12.html?referer=');">TAPS</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/18/fatos-basicos-sobre-vacinas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especialista vê exagero em vacinação contra febre amarela</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/16/especialista-ve-exagero-em-vacinacao-contra-febre-amarela/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/16/especialista-ve-exagero-em-vacinacao-contra-febre-amarela/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 00:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[Luiz Hildebrando Pereira da Silva entende que n&#227;o deveria haver imuniza&#231;&#227;o contra a doen&#231;a em &#225;reas urbanas 
&#160;
Fabiane Leite
&#160;
Um dos maiores especialistas em doen&#231;as tropicais no mundo, o m&#233;dico Luiz Hildebrando Pereira da Silva diz que o governo pode ter exagerado ao estender a recomenda&#231;&#227;o de vacina&#231;&#227;o contra a febre amarela para al&#233;m de &#225;reas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: Arial;">Luiz Hildebrando Pereira da Silva entende que n&atilde;o deveria haver imuniza&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a em &aacute;reas urbanas<!-- ### fim_olho --> </span></strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;"><font class="credito"><i><!-- ### inicio_assinatura -->Fabiane Leite</i></font></span></strong><span style="font-family: Arial;"><font class="credito"><i><!-- ### fim_assinatura --></i></font></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span><font class="credito"><span style="font-family: Arial;"><font class="not">Um dos maiores especialistas em <strong>doen&ccedil;as tropicais </strong>no mundo, o m&eacute;dico Luiz Hildebrando Pereira da Silva diz que o governo pode ter exagerado ao estender a recomenda&ccedil;&atilde;o de vacina&ccedil;&atilde;o contra a <strong>febre amarela </strong>para al&eacute;m de &aacute;reas de matas, conforme instru&ccedil;&atilde;o divulgada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de brasileiro. A recomenda&ccedil;&atilde;o do governo abrange tamb&eacute;m &aacute;reas urbanas. A vacina traz riscos, destaca, e deve ser administrada com cuidado.</p>
<p>Segundo o minist&eacute;rio, entre 2000 e 2007, as doses da <strong>vacina </strong>distribu&iacute;das s&atilde;o <strong>500%</strong> maior que a popula&ccedil;&atilde;o que vive em &aacute;reas de risco (35 milh&otilde;es de pessoas). Apenas neste m&ecirc;s, a distribui&ccedil;&atilde;o j&aacute; chegou a 7 milh&otilde;es de doses, mais da metade de tudo o que foi repassado aos Estados em 2007.</p>
<p>&ldquo;<strong>N&atilde;o </strong>se pode fazer <strong>vacina&ccedil;&atilde;o preventiva </strong>de popula&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea s&oacute; porque apareceram casos em pessoas que invadiram &aacute;rea de floresta ou passaram dias em ecoturismo. Isso n&atilde;o coloca em perigo a popula&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas que n&atilde;o est&atilde;o com esse mesmo tipo de comportamento e, na minha maneira de ver, foi um erro estrat&eacute;gico do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&rdquo;, afirmou Silva, diretor do Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais de Rond&ocirc;nia. &ldquo;N&atilde;o haveria a necessidade disso&rdquo;. </p>
<p>Em f&eacute;rias na Fran&ccedil;a, onde trabalhou por mais de 30 anos no Instituto Pasteur, Silva tem conversado com representantes do minist&eacute;rio. &ldquo;Eu me informei e t&eacute;cnicos d&atilde;o explica&ccedil;&otilde;es de que &agrave;s vezes s&atilde;o obrigados a atender a certas necessidades extremamente improv&aacute;veis por quest&otilde;es de ordem psicol&oacute;gica, para mostrar que o minist&eacute;rio &eacute; capaz, para garantir tranq&uuml;ilidade &agrave;s pessoas.&rdquo; </p>
<p>At&eacute; ontem, 31 pessoas j&aacute; tinham apresentado <strong>rea&ccedil;&otilde;es adversas </strong>&agrave; <strong>vacina</strong>, principalmente em raz&atilde;o do recebimento de mais de uma dose em curto espa&ccedil;o de tempo, admitiu o minist&eacute;rio. &ldquo;&Eacute; exatamente esta uma das raz&otilde;es de n&atilde;o se poder usar a <strong>vacina sistem&aacute;tica</strong>&rdquo;, afirma o especialista. Foi identificada at&eacute; mesmo uma pessoa que recebe a vacina h&aacute; quatro anos sistematicamente.</p>
<p>A instru&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio diz que vacina s&oacute; deve ser tomada por pessoas que ainda<strong> n&atilde;o tenham sido imunizadas</strong> ou que tenham sido h&aacute; mais de dez anos e que vivam ou se dirijam para &aacute;reas de risco &#8211; atualmente, a maior parte do Pa&iacute;s, exceto grande extens&atilde;o da costa brasileira. </p>
<p>Silva reconhece que o governo teme a expans&atilde;o da doen&ccedil;a para &aacute;reas urbanas, o que n&atilde;o ocorre desde 1942, e tem procurado criar barreiras para a amea&ccedil;a ao estender a imuniza&ccedil;&atilde;o para al&eacute;m das matas, mas frisa que n&atilde;o h&aacute; motivos para tanta preocupa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; plenamente capacitado para bloquear qualquer <strong>epidemia </strong>de <strong>febre amarela </strong>na cidade. O mosquito que se infecta n&atilde;o voa nem 5 km e as pessoas infectadas n&atilde;o transmitem a doen&ccedil;a por toda a vida. Tenho a impress&atilde;o de que h&aacute; p&acirc;nico e a imprensa precisa contribuir para dizer que n&atilde;o h&aacute; risco de epidemia&rdquo;, afirmou ainda.</p>
<p><strong>PREOCUPA&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
<p>O diretor de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica do minist&eacute;rio, Eduardo Hage, disse que um comit&ecirc; de especialistas reconheceu como corretas as orienta&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio sobre vacina&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m j&aacute; se preocupava com o<strong> risco de revacina&ccedil;&otilde;es</strong>, pois entendia que, al&eacute;m dos efeitos adversos, poderia trazer desperd&iacute;cio e preju&iacute;zo a quem realmente necessita da imuniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Estavam preocupados porque as revacina&ccedil;&otilde;es criam um problema maior para as pessoas que v&atilde;o viajar para essas &aacute;reas e podem n&atilde;o conseguir se vacinar.&rdquo;</p>
<p>A pasta n&atilde;o tem como saber se a maior parte das pessoas que vai aos postos de imuniza&ccedil;&atilde;o<strong> j&aacute; foi vacinada</strong>, pois a maior demanda &eacute; de adultos, que n&atilde;o costumam guardar cart&otilde;es de vacina&ccedil;&atilde;o. O minist&eacute;rio tamb&eacute;m n&atilde;o tem hoje meios legais para exigir os cart&otilde;es, nem para impedir sob qualquer alega&ccedil;&atilde;o que uma pessoa se vacine na rede de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p>Segundo dados de cobertura vacinal dispon&iacute;veis no site do minist&eacute;rio, at&eacute; 2004 a maioria das regi&otilde;es de risco j&aacute; tinha cobertura de 100% &#8211; a pasta n&atilde;o informou os dados mais recentes do Pa&iacute;s, apesar de solicita&ccedil;&atilde;o feita pela reportagem na quinta-feira.</p>
<p>&ldquo;A cobertura do Pa&iacute;s &eacute; &oacute;tima, mas pela primeira vez houve a divulga&ccedil;&atilde;o de caso de febre amarela no Distrito Federal, as pessoas ficaram apavoradas&rdquo;, analisa o infectologista Jos&eacute; Geraldo Leite Ribeiro, que assessora o governo de Minas Gerais. &ldquo;H&aacute; um problema grave no setor de comunica&ccedil;&atilde;o social dos setores de sa&uacute;de, que n&atilde;o consegue transmitir a informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria.&rdquo; Para ele, um exemplo disso s&atilde;o os pr&oacute;prios mapas sobre as &aacute;reas de risco de<strong> febre amarela </strong>divulgados, que n&atilde;o s&atilde;o estariam claros para a popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Minas aparece como &aacute;rea end&ecirc;mica recente, para quem n&atilde;o &eacute; especializado pode parecer que n&atilde;o h&aacute; muito risco. N&atilde;o parto do princ&iacute;pio de p&ocirc;r a culpa em quem n&atilde;o entendeu.&rdquo;</p>
<p>Ribeiro destaca ainda que educar especificamente viajantes &eacute; um desafio no mundo. &ldquo;N&atilde;o &eacute; culpa da popula&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma quest&atilde;o cultural, dif&iacute;cil.&rdquo; A maioria dos casos de morte registrados at&eacute; o momento &eacute; de viajantes, n&atilde;o de residentes. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de confirmou ontem mais uma morte. Agora s&atilde;o 12 casos neste ano, sendo que 8 pacientes morreram. Ainda h&aacute; 7 casos suspeitos e 14 j&aacute; descartados. Na semana passada, o ministro da Sa&uacute;de, Jos&eacute; Tempor&atilde;o, disse que todas as v&iacute;timas da doen&ccedil;a tinham as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias e sabiam que deveriam se vacinar.</p>
<p>&ldquo;Essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; oportuna porque a doen&ccedil;a &eacute; um problema sobre o qual a popula&ccedil;&atilde;o tem de se instruir, saber que vai ocorrer com maior freq&uuml;&ecirc;ncia porque &eacute; resultado da expans&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es, invas&atilde;o de florestas&rdquo;, afirma Silva. &ldquo;&Eacute; preciso conduzir medidas preventivas, a organiza&ccedil;&atilde;o de um servi&ccedil;o de sa&uacute;de mais estruturado e n&atilde;o entrar em p&acirc;nico. N&atilde;o se pode vacinar a popula&ccedil;&atilde;o de maneira abstrata.&rdquo;</font></span></font></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/01/20/ger-1.93.7.20080120.3.1.xml" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estado.com.br/editorias/2008/01/20/ger-1.93.7.20080120.3.1.xml?referer=');">Estad&atilde;o.com.br :: Sa&uacute;de &amp;</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/16/especialista-ve-exagero-em-vacinacao-contra-febre-amarela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesmo com vacina, meningite ainda mata de 20% a 35% dos pacientes</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/16/mesmo-com-vacina-meningite-ainda-mata-de-20-a-35-dos-pacientes/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/16/mesmo-com-vacina-meningite-ainda-mata-de-20-a-35-dos-pacientes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 21:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meningite]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=113</guid>
		<description><![CDATA[Pre&#231;o alto impede inclus&#227;o da imuniza&#231;&#227;o contra dois tipos da doen&#231;a no calend&#225;rio oficial do Minist&#233;rio da Sa&#250;de
&#160;
Adriana Dias Lopes 
&#160;
Quem olha para as estat&#237;sticas oficiais nota que o n&#250;mero total de casos de meningite tem ca&#237;do no Pa&#237;s nos &#250;ltimos tr&#234;s anos. Mas n&#227;o v&#234; que dois tipos espec&#237;ficos da doen&#231;a &#8211; e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><strong><span style="font-family: Arial"><font class="sinopse">Pre&ccedil;o alto impede inclus&atilde;o da imuniza&ccedil;&atilde;o contra dois tipos da doen&ccedil;a no calend&aacute;rio oficial do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</font></span></strong><span style="font-family: Arial"><font class="sinopse"><!-- ### fim_olho --></font></span></div>
<div style="text-align: center">&nbsp;</div>
<div style="text-align: left"><span style="font-family: Arial"><font class="credito"><i><!-- ### inicio_assinatura -->Adriana Dias Lopes<!-- ### fim_assinatura --></i></font> </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><font class="not"><!-- ### inicio_texto -->Quem olha para as estat&iacute;sticas oficiais nota que o n&uacute;mero total de casos de <strong>meningite </strong>tem ca&iacute;do no Pa&iacute;s nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Mas n&atilde;o v&ecirc; que dois tipos espec&iacute;ficos da doen&ccedil;a &#8211; e os mais letais &#8211; ainda t&ecirc;m &iacute;ndices alt&iacute;ssimos de mortalidade no Brasil. A meningoc&oacute;cica (causada pela bact&eacute;ria <strong>meningococo</strong>) mata 20% dos infectados e a pneumoc&oacute;cica (bact&eacute;ria pneumococo) mata de 30% a 35% &#8211; o dobro em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mortes registradas na Europa e nos Estados Unidos.</p>
<p>H&aacute; vacina para os dois tipos da doen&ccedil;a (veja o que &eacute; meningite no texto abaixo). Mas elas custam caro e n&atilde;o s&atilde;o distribu&iacute;das pelo governo. Nas cl&iacute;nicas particulares, a pneumoc&oacute;cica conjugada &eacute; vendida por cerca de R$ 220 e a meningoc&oacute;cica, por R$ 140. Estima-se que apenas 10% das crian&ccedil;as hoje sejam imunizadas contras essas doen&ccedil;as no Pa&iacute;s.</p>
<p>A inclus&atilde;o da vacina no calend&aacute;rio oficial est&aacute; longe dos planos do governo. &ldquo;Os pre&ccedil;os s&atilde;o ainda proibitivos para essas vacinas serem distribu&iacute;das em massa&rdquo;, justifica Expedito Luna, diretor do Departamento de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. &ldquo;Se hoje todos os rec&eacute;m-nascidos recebessem a vacina contra a bact&eacute;ria pneumococo, por exemplo, ao pre&ccedil;o do mercado, eu gastaria mais com ela do que com todas as vacinas do nosso calend&aacute;rio juntas.&rdquo;</p>
<p>Hoje, nascem 3,5 milh&otilde;es de beb&ecirc;s no Brasil por ano. Como cada crian&ccedil;a tem de receber pelo menos tr&ecirc;s doses da pneumoc&oacute;cica, pelo pre&ccedil;o atual o governo gastaria em torno de R$ 2 bilh&otilde;es anualmente. O Or&ccedil;amento nacional para o Programa Nacional de Imuniza&ccedil;&otilde;es &eacute; de R$ 750 milh&otilde;es.<br />
Nos Estados Unidos, a vacina contra a bact&eacute;ria pneumococo foi incorporada ao calend&aacute;rio oficial em 2000. No ano passado, o Centro de Controle de Doen&ccedil;as americano publicou os primeiros resultados depois da inclus&atilde;o. O n&uacute;mero de casos provocados pela bact&eacute;ria pneumococo foi reduzido em 77% em beb&ecirc;s com menos de 1 ano, em 83% em crian&ccedil;as de 1 a 2 anos e 72% na faixa de 2 a 3 anos.</p>
<p>No Brasil, num dos Centros Educacionais Unificados (CEU), da zona Sul de S&atilde;o Paulo (a dire&ccedil;&atilde;o da escola pediu para n&atilde;o identific&aacute;-lo), s&oacute; neste ano foram registrados tr&ecirc;s casos da pneumoc&oacute;cica. Um deles com morte.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o entendi nada, dei todas as vacinas no posto e ele morre de uma doen&ccedil;a que tem vacina?&rdquo;, conta Solange dos Santos, de 22 anos, m&atilde;e de Leonardo dos Santos, aluno do CEU e v&iacute;tima da pneumoc&oacute;cica h&aacute; um m&ecirc;s, aos 7 anos (veja texto abaixo). No posto de sa&uacute;de, o menino foi imunizado contra a meningite causada pela bact&eacute;ria Haemophilus influenza B (Hib), a &uacute;nica distribu&iacute;da pelo governo. Com a vacina&ccedil;&atilde;o em grande escala, o n&uacute;mero de casos da Hib atualmente &eacute; m&iacute;nimo, cerca de 30 por ano em S&atilde;o Paulo, por exemplo.</p>
<p>Depois da morte de Leonardo e os outros dois casos, os diretores da escola solicitaram &agrave; Unidade B&aacute;sica de Sa&uacute;de (UBS) mais pr&oacute;xima uma vacina&ccedil;&atilde;o em massa no CEU, o que n&atilde;o ocorreu. O governo at&eacute; distribui a pneumoc&oacute;cica e a meningoc&oacute;cica conjugada, mas apenas para grupos de risco, como portadores de HIV, de doen&ccedil;as pulmonares cr&ocirc;nicas ou para quem vai se submeter a transplantes.</p>
<p>O governo aplica uma vacina contra a meningoc&oacute;cica em surtos, mas de qualidade inferior &agrave; distribu&iacute;da para grupos de risco e &agrave; vendida em cl&iacute;nicas particulares, a chamada meningoc&oacute;cica polissacar&iacute;dica, ineficaz em crian&ccedil;as com menos de 2 anos de idade e com tempo de imuniza&ccedil;&atilde;o limitado, de tr&ecirc;s a cinco anos.</p>
<p></font></span><strong><span style="font-family: Arial"><font class="not">Os Subtipos</font></span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><font class="not"><br />
H&aacute; um dado sobre a doen&ccedil;a que n&atilde;o &eacute; levado em conta no an&uacute;ncio de que o n&uacute;mero total de casos tem ca&iacute;do &#8211; os subtipos da meningite. A meningoc&oacute;cica, especificamente, tem dois sorotipos principais, o B e o C. Em 2005, 63% dos casos identificados no Estado da meningoc&oacute;cica foram do sorotipo C, 32% do sorotipo B e 5% de outros. &ldquo;Nas duas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, foi o contr&aacute;rio, cerca de 70% dos casos foram do tipo B e a minoria do tipo C&rdquo;, conta Paulo Olzon, infectologista da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp).</p>
<p>Os sorotipos B e C agem no organismo de forma muito parecida e t&ecirc;m sintomas semelhantes. No mercado, s&oacute; h&aacute; vacina contra o C, o tipo em maior n&uacute;mero atualmente.</p>
<p>&ldquo;A oscila&ccedil;&atilde;o faz parte do ciclo natural da bact&eacute;ria&rdquo;, explica Marco Aur&eacute;lio S&aacute;fadi, pediatra e infectologista do Hospital S&atilde;o Luiz, em S&atilde;o Paulo, e professor de pediatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa. &ldquo;Mas ela certamente seria muito menor se a doen&ccedil;a fosse combatida em massa.&rdquo;</font></span></div>
<p style="text-align: justify"><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www.estado.com.br/editorias/2006/10/15/ger-1.93.7.20061015.1.1.xml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estado.com.br/editorias/2006/10/15/ger-1.93.7.20061015.1.1.xml?referer=');">Estadao.com.br :: VIDA &amp;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/16/mesmo-com-vacina-meningite-ainda-mata-de-20-a-35-dos-pacientes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Refrigerante cola &#8216;aumenta risco de osteoporose&#8217;, diz estudo</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/16/refrigerante-cola-aumenta-risco-de-osteoporose-diz-estudo/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/16/refrigerante-cola-aumenta-risco-de-osteoporose-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 05:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[Refrigerantes]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[coca-cola]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[refrigerante]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[Mulheres que bebem regularmente refrigerantes &#224; base da planta cola, como a Coca-Cola e a Pepsi-Cola, podem estar aumentando seu risco de ter osteoporose, segundo um estudo publicado na revista cient&#237;fica American Journal of Clinical Nutrition.
&#160;
A pesquisa envolvendo 2,5 mil pessoas, homens e mulheres, revelou que apenas este tipo de refrigerante est&#225; ligado &#224; baixa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><b>Mulheres que bebem regularmente refrigerantes &agrave; base da planta cola, como a Coca-Cola e a Pepsi-Cola, podem estar aumentando seu risco de ter osteoporose, segundo um estudo publicado na revista cient&iacute;fica <i>American Journal of Clinical Nutrition</i>.</b></span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A pesquisa envolvendo 2,5 mil pessoas, homens e mulheres, revelou que apenas este tipo de refrigerante est&aacute; ligado &agrave; baixa densidade mineral dos ossos em mulheres, independentemente da idade ou de quanto c&aacute;lcio elas ingerem diariamente.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A osteoporose &eacute; mais comum em mulheres que j&aacute; passaram da menopausa e faz com que os ossos fiquem mais fracos, quebrando-se com maior facilidade.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><!-- end_story -->O estudo liderado por Katherine Tucker, da Universidade Tucks, de Boston, usou informa&ccedil;&otilde;es sobre a dieta das pessoas e a densidade &oacute;ssea delas na coluna e em tr&ecirc;s locais dos quadris, as &aacute;reas mais afetadas pela doen&ccedil;a.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os homens estudados bebiam uma m&eacute;dia de cinco refrigerantes &agrave; base de cola por semana, enquanto as mulheres tomavam quatro.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O consumo das bebidas foi relacionado &agrave; menor densidade nos ossos do quadril, mas n&atilde;o na coluna, em mulheres. J&aacute; nos homens, n&atilde;o foi descoberta qualquer rela&ccedil;&atilde;o entre osteoporose e os refrigerantes. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Outras pesquisas j&aacute; haviam indicado que o consumo de <strong>Pepsi-Cola</strong>, <strong>Coca-Cola</strong> e similares era prejudicial aos ossos porque substituiria o leite na dieta das pessoas, mas, no estudo da Universidade Tucks, as mulheres que bebiam mais refrigerantes n&atilde;o bebiam menos leite que as demais.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No entanto, a ingest&atilde;o total de c&aacute;lcio, incluindo feij&atilde;o e folhas verde-escuras, era menor nas mulheres que consumiam mais refrigerantes.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><b>&Aacute;cido fosf&oacute;rico</b></span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Um ingrediente dos refrigerantes cola, o <strong>&aacute;cido fosf&oacute;rico</strong>, pode ser o respons&aacute;vel pela liga&ccedil;&atilde;o com a <strong>osteoporose</strong>, mas este v&iacute;nculo ainda n&atilde;o foi completamente estudado.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&quot;Acreditamos que especialmente nesse tipo de refrigerante e em doses di&aacute;rias, o <strong>&aacute;cido fosf&oacute;rico </strong>cria uma acidez no sangue. O c&aacute;lcio seria ent&atilde;o retirado dos ossos para que o corpo voltasse a um equil&iacute;brio. Mas esta vis&atilde;o &eacute; controversa&quot;, explicou Katherine Tucker.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Um porta-voz da Sociedade Nacional de Osteoporose da Gr&atilde;-Bretanha disse que j&aacute; havia informa&ccedil;&otilde;es sobre o impacto do &aacute;cido fosf&oacute;rico na sa&uacute;de dos ossos, mas, segundo ele, &quot;o interessante sobre esse estudo &eacute; que as mulheres estudadas tinham uma boa ingest&atilde;o de c&aacute;lcio e ainda assim tinham a densidade &oacute;ssea afetada pelo fato de beberem apenas quatro latas de refrigerantes cola por semana, o que n&atilde;o &eacute; muito&quot;.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Mas um porta-voz da Associa&ccedil;&atilde;o Brit&acirc;nica de Refrigerantes disse que &quot;n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica de que o fosfato, usado na forma de &aacute;cido fosf&oacute;rico em alguns refrigerantes, tenha qualquer efeito prejudicial na sa&uacute;de dos ossos&quot;.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Fonte: </span></strong><span style="font-family: Arial"><a target="_blank" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2006/10/061006_ossoscoca_is.shtml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2006/10/061006_ossoscoca_is.shtml?referer=');">BBCBrasil.com&nbsp; Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de</a></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/16/refrigerante-cola-aumenta-risco-de-osteoporose-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Helicobacter Pylori (HP) &#8211; O Grande Vilão das Gastrites</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori-hp-o-grande-vilao-das-gastrites/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori-hp-o-grande-vilao-das-gastrites/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 03:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Helicobacter Pylori]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[helicobacter pylori]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=102</guid>
		<description><![CDATA[Em nossa civiliza&#231;&#227;o h&#225; uma tend&#234;ncia cada vez maior de se desenvolverem doen&#231;as no tubo digestivo, tendo em vista o estresse pela competitividade, a vida nas grandes cidades, a viol&#234;ncia, o tr&#226;nsito nas capitais, e pela pr&#243;pria alimenta&#231;&#227;o. Hoje s&#227;o numerosos os quiosques de comidas e refrigerantes espalhados por todos os cantos das cidades, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Em nossa civiliza&ccedil;&atilde;o h&aacute; uma tend&ecirc;ncia cada vez maior de se desenvolverem <strong>doen&ccedil;as no tubo digestivo</strong>, tendo em vista o estresse pela competitividade, a vida nas grandes cidades, a viol&ecirc;ncia, o tr&acirc;nsito nas capitais, e pela pr&oacute;pria alimenta&ccedil;&atilde;o. Hoje s&atilde;o numerosos os quiosques de comidas e refrigerantes espalhados por todos os cantos das cidades, e as lanchonetes e pizzarias instalados nos shoppings e nas regi&otilde;es de grande afluxo da popula&ccedil;&atilde;o.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&quot;&Eacute; claro que me refiro ao h&aacute;bito cr&ocirc;nico de tomar refei&ccedil;&otilde;es &agrave;s pressas, muito temperadas e com muito sal&quot;, diz o Dr. Adilson Savi, professor e patologista do Hospital Semper, de Belo Horizonte, que comenta ainda &quot;que isto j&aacute; seria o bastante para o desenvolvimento de gastrites, &uacute;lceras g&aacute;stricas e duodenais e, a longo prazo, tamb&eacute;m c&acirc;ncer&quot;. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O especialista explica que h&aacute; poucos anos foi descoberta uma bact&eacute;ria, hoje conhecida como Helicobacter pylori (HP), nome final que lhe foi dado em 1989. As pesquisas sobre essa <b>bact&eacute;ria</b> n&atilde;o param de ser produzidas, tal a import&acirc;ncia que veio adquirir como agente causador das gastrites e da &uacute;lcera g&aacute;strica. Essa <b>bact&eacute;ria</b> &eacute; encontrada em todo o mundo, infectando pessoas de todas as idades, sobretudo as de baixo n&iacute;vel s&oacute;cio-econ&ocirc;mico e pouca higiene, podendo ser transmitida das m&atilde;es para os filhos.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A crian&ccedil;as s&atilde;o particularmente sens&iacute;veis &agrave; <b>infec&ccedil;&atilde;o</b> pelo HP. Ele pode ser transmitido pela &aacute;gua e de pessoa para pessoa, havendo provas indiretas dessa transmiss&atilde;o pela presen&ccedil;a do microorganismo entre os gastroenterologistas, entre os residentes dos asilos e das creches, orfanatos, em fam&iacute;lias inteiras e at&eacute; nas tripula&ccedil;&otilde;es de submarinos. A preval&ecirc;ncia da <b>infec&ccedil;&atilde;o</b> aumenta &agrave; taxa de 1% ao ano na popula&ccedil;&atilde;o em geral. Sabe-se que nos pa&iacute;ses industrializados, em torno de 50% a 60% das pessoas, com mais de 60 anos, est&atilde;o infectados.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Dr. Adilson Savi enfatiza que a preval&ecirc;ncia &eacute; maior nos pa&iacute;ses muito desenvolvidos, chegando a 75% de indiv&iacute;duos contaminados em torno dos 25 anos de idade. As pessoas negras s&atilde;o aparentemente mais suscept&iacute;veis. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A <b>bact&eacute;ria</b> resiste aos tratamentos com muita freq&uuml;&ecirc;ncia e pode permanecer em reserva nas placas dent&aacute;rias, por exemplo, vindo a reinfectar o indiv&iacute;duo uma vez cessado o tratamento. A <b>bact&eacute;ria</b> &eacute; facilmente identificada pelos m&eacute;todos laboratoriais, sobretudo na superf&iacute;cie das c&eacute;lulas da mucosa g&aacute;strica &agrave;s quais se adere, e pode ser observada em colora&ccedil;&otilde;es de rotina ou por colora&ccedil;&otilde;es especiais, como o Giemsa, por sais de prata, pelo Gram e pela Carbol-Fucsina. &Agrave; microscopia eletr&ocirc;nica mostra-se com flagelos em um dos p&oacute;los. Sua grande capacidade metab&oacute;lica a faz produzir v&aacute;rias enzimas, que lesam as superf&iacute;cies das c&eacute;lulas, desestabilizando o epit&eacute;lio e a barreira protetora de muco, facilitando a a&ccedil;&atilde;o de outros agentes como &aacute;cido clor&iacute;drico e a pepsina, explica.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O organismo reage &agrave; <b>bact&eacute;ria</b> como neutr&oacute;filos migrantes pelo epit&eacute;lio em exocitose, acumulando-se nas luzes glandulares do est&ocirc;mago, formando abscessos. Os neutr&oacute;filos tamb&eacute;m liberam enzimas que se somam aos agentes anteriores para a lise das c&eacute;lulas. Fragilizando as liga&ccedil;&otilde;es intercelulares, o HP penetra os espa&ccedil;os entre as c&eacute;lulas e gera uma resposta inflamat&oacute;ria &ndash; a gastrite. H&aacute; uma resposta imunol&oacute;gica que (por azar) pode ser cruzada e agredir as c&eacute;lulas da <b>mucosa</b> g&aacute;strica e levar a uma <b>gastrite</b> autoimune. Dessa maneira o HP tem um papel muito importante no desenvolvimento de graves doen&ccedil;as g&aacute;stricas, desde a gastrite aguda, cr&ocirc;nica, cr&ocirc;nica ativa, <b>gastrite</b> folicular, atr&oacute;fica, ulcera g&aacute;strica e duodenal, adenocarcinoma e <b>linfoma</b> g&aacute;stricos. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O aparecimento da gastrite, &uacute;lcera ou <b>c&acirc;ncer</b> depende da cepa do HP, da sua virul&ecirc;ncia, da susceptibilidade do paciente e da intera&ccedil;&atilde;o bact&eacute;ria/portador. A possibilidade da produ&ccedil;&atilde;o de oxidantes pode alterar os genes das c&eacute;lulas epiteliais, gerar muta&ccedil;&otilde;es e originar c&acirc;ncer. Assim, a descoberta dessa <b>bact&eacute;ria</b> veio solucionar um problema antigo da gastroentrerologia, j&aacute; que sua erradica&ccedil;&atilde;o (com uso associado de antibi&oacute;ticos e drogas de a&ccedil;&atilde;o local) permite ao portador uma vida saud&aacute;vel, sem as dores e os inc&ocirc;modos das doen&ccedil;as que o HP produz.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Procurar um m&eacute;dico &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o mais inteligente do que fazer automedica&ccedil;&atilde;o, por exemplo, de anti&aacute;cidos paliativos. &quot;Os recursos da medicina atual permitem com toda facilidade diagnosticar a condi&ccedil;&atilde;o, identificar o HP e com o tratamento adequado <b>erradic&aacute;-lo</b>&quot;, ratifica o m&eacute;dico.</span></div>
<p style="text-align: justify"><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://boasaude.uol.com.br/index.cfm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/boasaude.uol.com.br/index.cfm?referer=');">BoaSA&Uacute;DE</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori-hp-o-grande-vilao-das-gastrites/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Helicobacter Pylori</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 03:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Helicobacter Pylori]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[helicobacter pylori]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=95</guid>
		<description><![CDATA[O Helicobacter pylori (Hp) &#233; uma bact&#233;ria que vive no muco que cobre a superf&#237;cie do est&#244;mago e, foi identificada, por dois australianos, Warren e Marshall, em 1983. (Warren e Marshall, por este motivo, receberam o pr&#233;mio Nobel da Medicina em 2005). A maior parte da popula&#231;&#227;o infectada com o H. pylori permanece saud&#225;vel, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O <i>Helicobacter pylori</i> (Hp) &eacute; uma bact&eacute;ria que vive no muco que cobre a <strong>superf&iacute;cie do est&ocirc;mago</strong> e, foi identificada, por dois australianos, Warren e Marshall, em 1983. (Warren e Marshall, por este motivo, receberam o pr&eacute;mio Nobel da Medicina em 2005). A maior parte da popula&ccedil;&atilde;o infectada com o <i>H. pylori </i>permanece saud&aacute;vel, sem sintomas e n&atilde;o necessita de tratamento. Apenas uma minoria desenvolve uma doen&ccedil;a cl&iacute;nica.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O<i> H. pylori </i>tem uma distribui&ccedil;&atilde;o irregular a n&iacute;vel mundial sendo a preval&ecirc;ncia muito mais frequente nos pa&iacute;ses em vias de desenvolvimento.&nbsp;Portugal comporta-se como um pa&iacute;s em desenvolvimento, com preval&ecirc;ncia muito superior, aos outros pa&iacute;ses, do mundo desenvolvido.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
A gastrite provocada pelo <i>Helicobacter pylori</i> &eacute; das infec&ccedil;&otilde;es mais frequente no mundo, atingindo mais de <strong>50% da popula&ccedil;&atilde;o mundial</strong>.&nbsp;Cerca de 90% dos portugueses adultos t&ecirc;m gastrite causada pelo <i>H. pylori </i>mas apenas atinge 20% dos Escandinavos. Em 2006 &eacute; rara nas crian&ccedil;as dinamarquesas em idade escolar &#8211; &lt;2%.<i>&nbsp;</i>A incid&ecirc;ncia do <i>&nbsp;Helicobacter pylori </i>diminui com a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias. </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: center;"><img width="500" height="385" align="middle" src="http://talidade.com.br/wp-content/uploads/2008/09/hpmapa.gif" alt="" /></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Como nos infectamos?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A infec&ccedil;&atilde;o d&aacute;-se geralmente na inf&acirc;ncia por transmiss&atilde;o oral-oral ou fecal-oral. Ainda n&atilde;o conhecemos totalmente como se faz essa transmiss&atilde;o. Mas sabemos que grande parte das crian&ccedil;as portugueses antes dos 5 anos de idade j&aacute; est&atilde;o infectadas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
Mais de 50 % das crian&ccedil;as portuguesas com 8 anos de idade j&aacute; est&atilde;o infectadas e depois dos 50 anos de idade mais de 90% dos portugueses est&atilde;o infectados. Num estudo realizado no Norte de Portugal encontrou-se uma preval&ecirc;ncia global de 79,1%. Quase 100% da popula&ccedil;&atilde;o adulta da Am&eacute;rica do Sul e da &Aacute;frica est&aacute; infectada.&nbsp;Nos pa&iacute;ses desenvolvidos a preval&ecirc;ncia ronda os 30 &#8211; 40%, metade da preval&ecirc;ncia que encontramos no nosso pa&iacute;s.&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Onde vive o <i>Helicobacter pylori</i>?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O <i>H. pylori</i>, vive no muco, que cobre a mucosa do est&ocirc;mago e do duodeno, protegendo-se do efeito agressivo do &aacute;cido clor&iacute;drico normalmente produzido no est&ocirc;mago.&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Quais as altera&ccedil;&otilde;es provocadas, no est&ocirc;mago, pelo <i>Helicobacter pylori</i>?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Mais de 80 % dos infectados com <i>H. pylori</i> nunca ter&aacute; sintomas relacionados com esta bact&eacute;ria nem necessitar&aacute; de tratamento.</span></div>
<ol>
<li><span style="font-family: Arial;">Inicialmente o <i>H. pylori</i> provoca <b>gastrite aguda</b> que, em poucos dias, se transforma em <b>gastrite cr&oacute;nica.</b></span></li>
<li><span style="font-family: Arial;">Esta </span><span style="font-family: Arial;">gastrite cr&oacute;nica</span><span style="font-family: Arial;"> raramente ser&aacute; causa de sintomas. Mais de 95% das pessoas com queixas do est&ocirc;mago que fazem tratamento para eliminar o helicobacter continuam com os mesmos sintomas depois do tratamento.</span></li>
<li><span style="font-family: Arial;">Cerca de 10-15% dos infectados progridem para </span><span style="font-family: Arial;">doen&ccedil;a ulcerosa</span><span style="font-family: Arial;"> ( <b>&uacute;lcera do est&ocirc;mago ou &uacute;lcera do duodeno </b>) e h&aacute; provas evidentes que a maior parte das &uacute;lceras curam definitivamente se o <i>H. pylori </i>for erradicado.</span></li>
<li><span style="font-family: Arial;">Existe uma rela&ccedil;&atilde;o entre o <i>H. pylori</i> e alguns </span><b><span style="font-family: Arial;">cancros do est&ocirc;mago</span></b><span style="font-family: Arial;"><b> </b>( </span><span style="font-family: Arial;">adenocarcinoma</span><span style="font-family: Arial;"> e </span><span style="font-family: Arial;">linfoma MALT</span><span style="font-family: Arial;"> ). A erradica&ccedil;&atilde;o do <i>H. pylori</i> no intuito da preven&ccedil;&atilde;o do cancro do est&ocirc;mago &eacute; uma expectativa que infelizmente, os estudos feitos n&atilde;o t&ecirc;m confirmado.&nbsp;</span></li>
</ol>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">As diferentes evolu&ccedil;&otilde;es para &uacute;lcera ou para cancro (adenocarcinoma ou linfoma MALT) s&atilde;o atribu&iacute;das &agrave; susceptibilidade de cada pessoa, &agrave; virul&ecirc;ncia da estirpe da bact&eacute;ria, &agrave; idade da aquisi&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o, a factores gen&eacute;ticos, a factores ambientais e possivelmente a outros factores que desconhecemos. Viver assustados porque temos <i>H. pylori</i> e podemos vir um dia a ter cancro do est&ocirc;mago &eacute; que n&atilde;o tem qualquer justifica&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Quase todos os portugueses t&ecirc;m <i>H. pylori</i>&nbsp; mas <b>muito poucos</b> ter&atilde;o cancro do est&ocirc;mago.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Mais de 90% dos Africanos t&ecirc;m <i>H. pylori</i> e o cancro de est&ocirc;mago entre eles, quase n&atilde;o existe. Para que apare&ccedil;a o cancro no est&ocirc;mago, outros fatores, s&atilde;o necess&aacute;rios, al&eacute;m do <i>H. pylori.</i><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Como sabemos se estamos infectados?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">H&aacute; v&aacute;rias maneiras de sabermos se estamos infectados. Durante a endoscopia do est&ocirc;mago o m&eacute;dico pode retirar um fragmento do est&ocirc;mago e fazer um teste r&aacute;pido ou, pedir ao patologista para pesquisar a bact&eacute;ria no fragmento de biopsia colhido. Existe um teste respirat&oacute;rio de f&aacute;cil execu&ccedil;&atilde;o e que n&atilde;o exige endoscopia. No sangue pode pesquisar-se os anticorpos anti-Helicobacter pylori. Este &eacute; um bom teste para sabermos se j&aacute; estivemos infectados mas, os anticorpos permanecem cerca de 1 ano positivos depois de a bact&eacute;ria ser erradicada: a bact&eacute;ria pode j&aacute; n&atilde;o existir mas continua a haver anticorpos, o teste continua positivo.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Testes que exigem endoscopia:</span></div>
<ul>
<li>Teste r&aacute;pido da urease ( CLOtest e outros )</li>
<li><span style="font-family: Arial;">Observa&ccedil;&atilde;o ao microsc&oacute;pio</span></li>
<li><span style="font-family: Arial;">Exame cultural</span></li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Testes que n&atilde;o exigem endoscopia<br />
</span></div>
<ul>
<li>Teste respirat&oacute;rio</li>
<li><span style="font-family: Arial;">Pesquisa de anticorpos no sangue (embora de pouco valor na cl&iacute;nica, &eacute; infelizmente muito utilizado e &eacute; causa frequente de angustia para o doente. N&atilde;o tem valor para verificar a efic&aacute;cia da erradica&ccedil;&atilde;o mas &eacute;, no entanto, &uacute;til em estudos epidemiol&oacute;gicos)</span></li>
</ul>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
Como, em Portugal, quase todos os adultos est&atilde;o infectados e, como quase 100% das &uacute;lceras do duodeno e cerca de 70% das &uacute;lceras do est&ocirc;mago est&atilde;o relacionadas com o <i>H. pylori</i>, muitos m&eacute;dicos, quando diagnosticam uma &uacute;lcera fazem erradica&ccedil;&atilde;o, sem mandarem realizar qualquer teste para pesquisar o <i>H. pylori</i> e, mandam fazer o teste respirat&oacute;rio depois do tratamento, para se certificarem se o tratamento foi eficaz e o Hp foi erradicado.&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">&Eacute; frequente as pessoas, com queixas atribu&iacute;das ao est&ocirc;mago fazerem uma an&aacute;lise ao sangue ( pesquisa de anticorpos ) para saberem se t&ecirc;m <i>Helicobacter pylori</i>. Do que fica dito &eacute; f&aacute;cil deduzir que essa pesquisa raramente tem algum interesse: se a pessoa &eacute; positiva vai causar-lhe ansiedade desnecess&aacute;ria e em muitos casos vai provocar um tratamento in&uacute;til como se explica a seguir.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>O tratamento ( erradica&ccedil;&atilde;o ) &eacute; necess&aacute;rio?:</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Quase todos os portugueses adultos est&atilde;o infectados e seria impens&aacute;vel fazer a erradica&ccedil;&atilde;o a todos, nem h&aacute; motivos que justifiquem tal atitude. Com os conhecimentos que temos actualmente recomenda-se erradicar o <i>Helicobacter pylori</i> nos indiv&iacute;duos que t&ecirc;m <b>&uacute;lcera do est&ocirc;mago</b>, <b>&uacute;lcera do duodeno</b> e <b>linfoma MALT</b>.&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
A </span><span style="font-family: Arial;">&uacute;lcera do est&ocirc;mago</span><span style="font-family: Arial;"> e do </span><span style="font-family: Arial;">duodeno</span><span style="font-family: Arial;"> pode cicatrizar <b>definitivamente</b> com a erradica&ccedil;&atilde;o do H. pylori. Por isso falamos hoje em cura da &uacute;lcera. </span><span style="font-family: Arial;">Alguns </span><span style="font-family: Arial;">linfomas MALT </span><span style="font-family: Arial;">curam com a erradica&ccedil;&atilde;o do <i>H. pylori</i>.&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">H&aacute; outras situa&ccedil;&otilde;es, para al&eacute;m da &uacute;lcera do est&ocirc;mago, &uacute;lcera do duodeno e do linfoma MALT,&nbsp; em que a erradica&ccedil;&atilde;o do <i>H. pylori</i> poder&aacute;, eventualmente, ser recomendada. O pr&oacute;prio individuo poder&aacute; querer que o m&eacute;dico lhe erradique o helicobacter e n&atilde;o h&aacute; motivo para n&atilde;o satisfazer o seu desejo. </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Erradicar o <i>Helicobacter pylori </i>s&oacute; porque se tem queixas do est&ocirc;mago <b>&eacute; uma atitude muito frequente, podemos dizer muit&iacute;ssimo frequente,</b>&nbsp; mas poucos doentes beneficiam com essa atitude.&nbsp; As </span><span style="font-family: Arial;">queixas disp&eacute;pticas</span><span style="font-family: Arial;">, infelizmente continuam, raramente desaparecem depois de se fazer a erradica&ccedil;&atilde;o, porque a causa das queixas e o tratamento &eacute; diferente:&nbsp; ver&nbsp;</span><span style="font-family: Arial;">Dispepsia Funcional</span><span style="font-family: Arial;">.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Poder&aacute; um dia descobrir-se uma vacina contra o Hp?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sem d&uacute;vida nenhuma que ser&aacute; poss&iacute;vel mas, at&eacute; hoje, ainda n&atilde;o se conseguiu. Uma vacina&ccedil;&atilde;o em massa, na idade infantil, ir&aacute; diminuir a preval&ecirc;ncia do Cancro do Est&ocirc;mago, al&eacute;m de reduzir significativamente a preval&ecirc;ncia da &uacute;lcera do est&ocirc;mago e duodeno.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Qual &eacute; o tratamento correto?&nbsp;Como se faz a erradica&ccedil;&atilde;o do <i>H. pylori</i>?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Ainda n&atilde;o existe um tratamento ideal: que seja 100% eficaz, barato e simples de tomar. Presentemente os m&eacute;dicos prescrevem para erradicar o <i>Helicobacter pylori, </i>a associa&ccedil;&atilde;o dum </span><span style="font-family: Arial;">anti-secretor</span><span style="font-family: Arial;">, medicamento inibidor da secre&ccedil;&atilde;o do est&ocirc;mago, com dois antibi&oacute;ticos, durante 7 dias. Chama-se a esta terap&ecirc;utica, <b>terap&ecirc;utica tripla</b> porque inclui 3 medicamentos:</span></div>
<ol>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Anti-secretor </span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Antibi&oacute;tico </span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Antibi&oacute;tico </span></div>
</li>
</ol>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><b>Como se pode verificar se o tratamento foi eficaz?</b></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Em 70% &#8211; 80% dos casos o tratamento &eacute; eficaz.&nbsp;Quer isto dizer que em 20% a 30% dos doentes que fizeram tratamento, a bact&eacute;ria, n&atilde;o &eacute; eliminada e, a recidiva da &uacute;lcera vai, muito provavelmente, acontecer nos dois anos imediatos. Se a &uacute;lcera voltar a aparecer deve fazer-se novo tratamento, utilizando uma associa&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos diferente, ou fazendo terap&ecirc;utica qu&aacute;drupla: um anti-secretor e tr&ecirc;s antibi&oacute;ticos.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Na maior parte dos casos, depois do tratamento, o m&eacute;dico n&atilde;o manda fazer nenhum teste para se certificar de que a bact&eacute;ria desapareceu mas, nas &uacute;lceras complicadas ( que sangraram ou que perfuraram ) ou se por curiosidade quisermos saber se continuamos ou n&atilde;o com a bact&eacute;ria no est&ocirc;mago, o nosso m&eacute;dico pode escolher um de v&aacute;rios testes para se certificar se houve ou n&atilde;o erradica&ccedil;&atilde;o. O melhor teste &eacute; o <b>teste respirat&oacute;rio </b>que n&atilde;o exige nova endoscopia mas custa cerca de 12.000$00 (h&aacute; v&aacute;rios laborat&oacute;rios no Algarve &#8211; Faro, Albufeira e talvez noutros locais &#8211; que se encarregam da execu&ccedil;&atilde;o deste teste). Os outros testes exigem nova endoscopia para se colher um fragmento do est&ocirc;mago. Qualquer dos testes s&oacute; deve ser feito, pelo menos <b>2 semanas depois, </b>de n&atilde;o utilizarmos nenhum anti-secretor nem antibi&oacute;tico, caso contr&aacute;rio, podem aparecer falsos negativos ou seja, pode o teste ser negativo embora o Helicobacter continue no est&ocirc;mago.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><br />
Como os anticorpos continuam no sangue, pelo menos durante 1 ano, depois de o Helicobacter desaparecer, a <b>pesquisa de anticorpos no sangue n&atilde;o tem valor</b> para verificar o &ecirc;xito do tratamento.</span></div>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.gastroalgarve.com/doencasdotd/estomago/helicobacterpylori.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gastroalgarve.com/doencasdotd/estomago/helicobacterpylori.htm?referer=');">Gastro Algarve &#8211; Gastrenterologia</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/15/helicobacter-pylori/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A AIDS não é doença infecciosa</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/14/a-aids-nao-e-doenca-infecciosa/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/14/a-aids-nao-e-doenca-infecciosa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 06:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[doença infecciosa]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=62</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista com Dr. Roberto Giraldo, Presidente do Grupo para a Reavalia&#231;&#227;o Cient&#237;fica da AIDS
&#160;
A AIDS (sigla em ingl&#234;s da s&#237;ndrome da imunodefici&#234;ncia adquirida) n&#227;o &#233; uma doen&#231;a infecciosa; n&#227;o &#233; causada por v&#237;rus e n&#227;o se transmite por via sexual. Admitir a exist&#234;ncia de um v&#237;rus &#8211; que at&#233; o momento n&#227;o foi poss&#237;vel isolar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><span style="font-family: Arial"><em>Entrevista com Dr. Roberto Giraldo, Presidente do Grupo para a Reavalia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da AIDS</em></span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A <strong>AIDS </strong>(sigla em ingl&ecirc;s da s&iacute;ndrome da imunodefici&ecirc;ncia adquirida) <strong>n&atilde;o </strong>&eacute; uma <strong>doen&ccedil;a infecciosa</strong>; n&atilde;o &eacute; causada por <strong>v&iacute;rus </strong>e n&atilde;o se transmite por via sexual. Admitir a exist&ecirc;ncia de um v&iacute;rus &ndash; que at&eacute; o momento n&atilde;o foi poss&iacute;vel isolar &ndash; como origem da AIDS &eacute; negar as verdadeiras causas de uma infinidade de sintomas e patologias que a ind&uacute;stria m&eacute;dica decidiu chamar de AIDS, como s&atilde;o as enfermidades da pobreza e o enfraquecimento do sistema imunol&oacute;gico da ra&ccedil;a humana. Admitir isso &eacute; questionar n&atilde;o s&oacute; a origem de uma doen&ccedil;a, como tamb&eacute;m grande parte dos problemas sanit&aacute;rios mundiais. A solu&ccedil;&atilde;o para a grande maioria desses problemas n&atilde;o depende de novos medicamentos e vacinas, mas de uma pol&iacute;tica justa, &eacute;tica e solid&aacute;ria, hoje inexistente. Em linhas gerais, essas foram as conclus&otilde;es apresentadas pelos cientistas dissidentes da vers&atilde;o oficial da AIDS no Encontro Internacional para a Reavalia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da <strong>AIDS</strong>, organizado pela Asociaci&oacute;n de Medicinas Complementarias, ocorrido em Barcelona, na Espanha, no m&ecirc;s de julho de 2002. O encontro, ignorado completamente pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, aconteceu paralelamente &agrave; Confer&ecirc;ncia Internacional da AIDS, patrocinada fundamentalmente pelas ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas. Como era de se esperar, as conclus&otilde;es da Confer&ecirc;ncia sugeriram a promo&ccedil;&atilde;o de novos medicamentos &ndash; e colossais investimentos para a pesquisa de uma <strong>hipot&eacute;tica vacina</strong> &ndash; como o &uacute;nico tratamento para as mais de seis milh&otilde;es de pessoas afetadas.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Doutor <strong>Roberto Giraldo</strong>, ex-catedr&aacute;tico de Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Anti&oacute;quia, na Col&ocirc;mbia, e presidente do Grupo para a Reavalia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da Hip&oacute;tese do HIV-AIDS, denunciou uma vez mais, e com coragem, como o compl&ocirc; entre governos e ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas est&aacute; pondo em perigo a sobreviv&ecirc;ncia do ser humano, com suas a&ccedil;&otilde;es equivocadas, inveross&iacute;meis e terrivelmente mortais. Atualmente trabalha no Laborat&oacute;rio de Diagn&oacute;stico Molecular do New York Hospital Cornell Medical Center, de Nova Iorque. Ayda Ardila, da equipe de reda&ccedil;&atilde;o do boletim da Associa&ccedil;&atilde;o VIDA SANA de Barcelona, Espanha, entrevistou Dr. Roberto Giraldo.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Dr. Roberto Giraldo, o que &eacute; a AIDS?</strong> &Eacute; o estado m&aacute;ximo de <strong>degenera&ccedil;&atilde;o </strong>a que um ser humano pode chegar. Antes da AIDS havia muitas doen&ccedil;as e muitas condi&ccedil;&otilde;es que indicavam que os tecidos, &oacute;rg&atilde;os e sistemas do corpo humano estavam se deteriorando, mas com a AIDS falamos de um <strong>colapso </strong>de todos os sistemas e n&atilde;o somente do <strong>imunol&oacute;gico</strong>. &Eacute; um sinal de alerta que nos indica que, pela primeira vez na hist&oacute;ria da humanidade, nossa esp&eacute;cie corre perigo de extin&ccedil;&atilde;o. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Quais s&atilde;o as manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da AIDS?</strong> Nem todo aquele que apresenta rea&ccedil;&atilde;o positiva nos exames do HIV (Human Immunodeficiency Virus) tem AIDS. Uma pessoa tem AIDS quando est&aacute; doente, quando j&aacute; tem as manifesta&ccedil;&otilde;es ou sintomas de que seu sistema imunol&oacute;gico est&aacute; em colapso e muitos de seus &oacute;rg&atilde;os est&atilde;o sofrendo as conseq&uuml;&ecirc;ncias do estresse devido a t&oacute;xicos. O sistema imunol&oacute;gico nos defende de infec&ccedil;&otilde;es, de tumores e coordena todos os &oacute;rg&atilde;os e fun&ccedil;&otilde;es do corpo humano. Ocorrendo a fal&ecirc;ncia desse sistema, o indiv&iacute;duo &eacute; v&iacute;tima de in&uacute;meras infec&ccedil;&otilde;es que atentam contra sua vida, como pneumonia, toxoplasmose, criptococose e candid&iacute;ase. Aparecem tumores, como o sarcoma de Kaposi, que &eacute; um tumor de vasos sangu&iacute;neos que come&ccedil;a na pele e penetra nos pulm&otilde;es, f&iacute;gado e vias digestivas. N&atilde;o podendo o sistema imunol&oacute;gico controlar todos os &oacute;rg&atilde;os do corpo, o indiv&iacute;duo sofre dem&ecirc;ncia, enfraquece, perde a vis&atilde;o, envelhece, tem diarr&eacute;ia&#8230; Mas cuidado: nem todo aquele que padece de alguma dessas infec&ccedil;&otilde;es tem AIDS. Para que haja AIDS, &eacute; preciso que ocorram muitas infec&ccedil;&otilde;es ao mesmo tempo. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>E quanto &agrave; transmiss&atilde;o sexual?</strong> A AIDS n&atilde;o &eacute; uma infec&ccedil;&atilde;o. Portanto, n&atilde;o se adquire mantendo rela&ccedil;&otilde;es sexuais com outra pessoa. Trata-se de uma doen&ccedil;a t&oacute;xica e nutricional. Aconselho &agrave;queles que padecem de AIDS a se informarem bem, pois existem dois lados na hist&oacute;ria da AIDS. H&aacute; o lado dos pesquisadores e defensores do HIV como sendo a causa da AIDS e h&aacute; outro grupo de pesquisadores, jornalistas e ativistas de todo o mundo, al&eacute;m de gente comum, que acreditam, com base nos argumentos cient&iacute;ficos dispon&iacute;veis, que a AIDS n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a infecciosa, n&atilde;o &eacute; causada por v&iacute;rus, nem se transmite sexualmente. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>E o sexo seguro?</strong> N&atilde;o h&aacute; nenhum inconveniente em manter rela&ccedil;&otilde;es sexuais com uma pessoa portadora do HIV, porque n&atilde;o h&aacute; nada a ser transmitido. O que &eacute; grave &eacute; fazer sexo com uma pessoa e usar drogas, porque isso vai deteriorar o sistema imunol&oacute;gico. O mito da transmiss&atilde;o sexual &eacute; t&atilde;o difundido, que existem seis bilh&otilde;es de pessoas no planeta que acreditam nisso e t&ecirc;m p&acirc;nico de sexo! &Eacute; preciso recuperar a vida sexual como uma das atividades fundamentais do ser humano, porque esse mito est&aacute; criando problemas para as gera&ccedil;&otilde;es futuras. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>N&atilde;o se deve esquecer do uso do preservativo&#8230;</strong> Deve-se usar o preservativo para a finalidade que sempre teve: evitar a gravidez e o contato com o s&ecirc;men, pois est&aacute; demonstrado que, quando se est&aacute; doente, o s&ecirc;men &eacute; um agente biol&oacute;gico que reduz as defesas. O uso da &ldquo;camisinha&rdquo; evita a transmiss&atilde;o de doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis como a s&iacute;filis, a gonorr&eacute;ia&#8230; O preservativo n&atilde;o serve para evitar o cont&aacute;gio de um v&iacute;rus que n&atilde;o existe! </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>E quanto &agrave; transmiss&atilde;o por transfus&atilde;o de sangue, uso de seringas ou pela m&atilde;e ao feto?</strong> H&aacute; uma cren&ccedil;a generalizada de que a doen&ccedil;a &eacute; causada pelo HIV. Mas nada disso foi comprovado cientificamente e trata-se somente de um mito. Ao fornecerem gratuitamente seringas aos usu&aacute;rios de drogas, os governos est&atilde;o n&atilde;o s&oacute; promovendo a toxicomania, como tamb&eacute;m aumentando o tr&aacute;fico. &Eacute; preciso dizer a verdade aos usu&aacute;rios de drogas: est&aacute; comprovado cientificamente que o uso de drogas por longos per&iacute;odos destr&oacute;i o sistema imunol&oacute;gico e provoca AIDS. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Qual &eacute;, ent&atilde;o, a causa da AIDS?</strong> Na verdade h&aacute; cinco agentes ou t&oacute;xicos que deterioram o sistema imunol&oacute;gico e causam AIDS. </span></div>
<ul style="text-align: justify">
<li>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>agentes de origem qu&iacute;mica:</strong> drogas, contamina&ccedil;&atilde;o ambiental, antibi&oacute;ticos, detergentes&#8230;;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>agentes f&iacute;sicos:</strong> o ru&iacute;do, viver em grandes alturas ou em grandes profundidades, o campo eletromagn&eacute;tico a que estamos submetidos pela cria&ccedil;&atilde;o cada vez mais freq&uuml;ente de aparelhos el&eacute;tricos, geradores de pequenas radia&ccedil;&otilde;es, que, com o tempo, v&atilde;o minando o sistema imunol&oacute;gico;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>agentes biol&oacute;gicos:</strong> tudo aquilo que entra no corpo com vida, como o sangue, as vacinas, o s&ecirc;men&#8230;;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>agentes mentais:</strong> a pr&oacute;pria histeria de p&acirc;nico &agrave; AIDS est&aacute; criando estresse &mdash; de fato, h&aacute; pessoas que fazem os exames todos os meses at&eacute; sair positivo, pois est&aacute; comprovado que o estresse produz grande aumento de anticorpos poliespec&iacute;ficos no sangue, os quais provocam uma rea&ccedil;&atilde;o positiva nos exames, mesmo n&atilde;o havendo nenhuma infec&ccedil;&atilde;o &mdash; a ansiedade, a depress&atilde;o, viver negativamente&#8230;;</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>agentes nutricionais:</strong> o excesso de comida errada ou a falta de comida saud&aacute;vel. Nos pa&iacute;ses pobres, a AIDS &eacute; causada por fome, porque n&atilde;o se come o suficiente para satisfazer as necessidades do organismo.</span></div>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Mas a fome existe h&aacute; muit&iacute;ssimo tempo na &Aacute;frica&#8230;</strong> Sim, mas antes a &Aacute;frica e os pa&iacute;ses pobres nunca haviam sido t&atilde;o pobres como agora &mdash; e tudo tem limites. A renda per capita est&aacute; diminuindo. Hh&aacute; cada vez menos dinheiro para comprar o b&aacute;sico, cada vez se come menos. A falta de comida est&aacute; fazendo com que as crian&ccedil;as nas&ccedil;am menores, cres&ccedil;am menos e que a expectativa de vida diminua&#8230; Isso indica que a pobreza n&atilde;o &eacute; a mesma de sempre e que o corpo j&aacute; n&atilde;o ag&uuml;enta mais! As pessoas na &Aacute;frica t&ecirc;m fome, desnutri&ccedil;&atilde;o, parasitos e falta de higiene em decorr&ecirc;ncia da pobreza a que est&atilde;o submetidas. Por isso &eacute; que l&aacute; h&aacute; tantos casos de AIDS. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Por que persiste o mito da transmiss&atilde;o da AIDS?</strong> Na d&eacute;cada de sessenta come&ccedil;ou um movimento de liberta&ccedil;&atilde;o que levou ao exagero de certos direitos, dando lugar a orgias e ao consumo excessivo de drogas durante o ato sexual, entre as quais, os poppers (nitritos de amila e butila), usados como afrodis&iacute;acos que estimulam o desejo sexual e produzem o relaxamento de alguns esf&iacute;ncteres do corpo humano, permitindo a penetra&ccedil;&atilde;o de objetos grandes no reto ou outros orif&iacute;cios. Os primeiros casos de AIDS, em 1981, apareceram num grupo de homossexuais de Los Angeles, que realizavam esse tipo de pr&aacute;ticas anormais. Enfatizo a caracteriza&ccedil;&atilde;o de anormais, porque &eacute; preciso esclarecer que a homossexualidade nunca foi causadora de doen&ccedil;a; &eacute; uma forma de vida que existe h&aacute; milhares de anos e t&atilde;o comum e regular quanto a heterossexual. Foi ent&atilde;o que o CDC &ndash; Centro de Controle das Doen&ccedil;as dos Estados Unidos &mdash; cometeu um tremendo erro: n&atilde;o se perguntou o que tinha acontecido com essas pessoas. Os pesquisadores determinaram que, como era um grupo de homossexuais, a AIDS era uma doen&ccedil;a de transmiss&atilde;o sexual. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Sem comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica?</strong> Quando se recorre a pesquisas cient&iacute;ficas para encontrar a causa dessa transmiss&atilde;o, n&atilde;o se acha nada que confirme tal afirma&ccedil;&atilde;o. Trata-se de um boato que foi crescendo gra&ccedil;as aos meios de comunica&ccedil;&atilde;o. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>O CDC &eacute; culpado desse mito?</strong> Sim, e continuarei fazendo essa afirma&ccedil;&atilde;o ainda que me digam que estou fazendo uma acusa&ccedil;&atilde;o muito grave, por ser cidad&atilde;o americano. Fui v&iacute;tima de muitas persegui&ccedil;&otilde;es pelos &oacute;rg&atilde;os de sa&uacute;de do governo americano. Pediram minha destitui&ccedil;&atilde;o do hospital onde trabalho, fizeram contra mim toda sorte de ofensas em raz&atilde;o do que tenho dito, mas estou convencido de que algu&eacute;m tem que levantar a voz em defesa das pessoas e continuarei denunciando que o CDC criou um mito e est&aacute; atentando contra a sa&uacute;de e o bem-estar das pessoas em todo o mundo. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Por que os grupos dissidentes s&atilde;o um perigo para os governos, ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas, Banco Mundial&#8230;?</strong> Os dados cient&iacute;ficos indicam que estamos com a raz&atilde;o e isso &eacute; muito grave, porque n&atilde;o h&aacute; nada em comum entre nosso ponto de vista sobre a AIDS e o dos defensores ortodoxos do HIV. A ci&ecirc;ncia cometeu um erro muito grave. A AIDS &eacute; a doen&ccedil;a que, na hist&oacute;ria da medicina, mais se difundiu. Entretanto, n&atilde;o &eacute; a doen&ccedil;a que mata mais pessoas no mundo. Estatisticamente &eacute; superada pelos acidentes, assassinatos, suic&iacute;dios, c&acirc;ncer, doen&ccedil;as cardiovasculares, doen&ccedil;as infecciosas&#8230; Apesar disso, as pessoas n&atilde;o sabem muito sobre mal&aacute;ria ou tuberculose e todo mundo acha que entende de AIDS e de sexo. Algu&eacute;m provocou um caos para seis bilh&otilde;es de pessoas e, quando o mundo se der conta disso, ser&aacute; muito embara&ccedil;oso e n&atilde;o v&atilde;o perdoar alguns pesquisadores do governo por essa colossal mentira. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Aproxima-se um caos mundial?</strong> H&aacute; implica&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas s&eacute;rias porque, uma vez descoberta a verdade, quem vai acreditar de agora em diante nos governos do mundo? Quem vai acreditar nas companhias farmac&ecirc;uticas, que est&atilde;o produzindo drogas para matar um v&iacute;rus que nunca foi visto? Certamente haver&aacute; um caos, mas n&oacute;s, dissidentes, pensamos que os problemas graves t&ecirc;m solu&ccedil;&otilde;es. Estamos apenas mostrando a verdade ao mesmo tempo em que torcemos para que isso n&atilde;o seja muito violento nem ca&oacute;tico. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Mas h&aacute; outros interesses&#8230;</strong> H&aacute; quatro anos, quando fui &agrave; Confer&ecirc;ncia Mundial da AIDS, em Genebra, percebi que, junto aos estandes das ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas e das ONGs, havia um estande muito grande do Banco Mundial. Perguntei-me o que aquela institui&ccedil;&atilde;o estava fazendo l&aacute;. Muito simples: o Banco Mundial lan&ccedil;ou v&aacute;rios livros sobre a AIDS e est&aacute; oferecendo empr&eacute;stimos aos pa&iacute;ses pobres para que comprem medicamentos das companhias farmac&ecirc;uticas americanas para tratar de um v&iacute;rus inexistente, medicamentos que, em vez de curar, aceleram a morte do doente. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Qual a sua opini&atilde;o sobre os medicamentos para pacientes de AIDS?</strong> Diz-se que a AIDS &eacute; uma doen&ccedil;a viral. Mas, como todos os medicamentos contra v&iacute;rus s&atilde;o terrivelmente t&oacute;xicos, n&atilde;o temos medicamentos para a poliomielite, hepatite B e A, dengue e outras doen&ccedil;as autenticamente virais. A uma pessoa que tem poliomielite, n&atilde;o se pode dar um tratamento para acabar com o v&iacute;rus da p&oacute;lio, porque isso acabaria matando essa pessoa e a medicina tem conhecimento desse fato h&aacute; mais de cem anos. Por isso, chama a aten&ccedil;&atilde;o que agora os pesquisadores das companhias farmac&ecirc;uticas tenham resolvido desrespeitar um s&eacute;culo de conhecimentos sobre a virologia e estejam inventando medicamentos para tratar de um v&iacute;rus que nunca foi visto, nem isolado, nem cultivado. O v&iacute;rus da p&oacute;lio existe, como o da hepatite, da dengue&#8230;, mas o da AIDS, ainda precisam nos mostrar! A imagem do v&iacute;rus que apresentaram na confer&ecirc;ncia oficial na da mais &eacute; do que uma cria&ccedil;&atilde;o virtual. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Como curar a AIDS?</strong> Os medicamentos s&atilde;o terrivelmente t&oacute;xicos e as pr&oacute;prias ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas fazem essa advert&ecirc;ncia nas bulas para se eximirem de toda responsabilidade. N&oacute;s, dissidentes, insistimos que a AIDS pode ser curada com medicamentos n&atilde;o-t&oacute;xicos, que resultam em cura definitiva, e n&atilde;o com antivir&oacute;ticos, que destroem os tecidos do organismo e provocam a morte do paciente. Quando isso acontece, os pesquisadores simplesmente explicam que o v&iacute;rus sofreu muta&ccedil;&atilde;o e se tornou resistente. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Qual &eacute; o tratamento a ser seguido?</strong> Para os que n&atilde;o est&atilde;o tomando medicamentos, &eacute; muito f&aacute;cil: devem ficar longe de todos os agentes t&oacute;xicos que j&aacute; mencionamos. Para aqueles que tomam medicamentos, sugiro que n&atilde;o os suspendam de um dia para o outro, pois existe o efeito placebo: a pessoa pode estar tomando esses medicamentos e acreditar que lhe fazem bem e essa cren&ccedil;a lhe far&aacute; bem por um longo tempo. Se o uso do medicamento &eacute; suspenso e a pessoa se sente insegura, nesses dias pode sofrer um colapso do sistema imunol&oacute;gico e morrer. Primeiramente &eacute; preciso informar-se bem e ir diminuindo gradativamente o uso, com o acompanhamento de um profissional da sa&uacute;de. Na medicina natural, por exemplo, s&atilde;o feitos excelentes tratamentos de desintoxica&ccedil;&atilde;o, porque uma pessoa que tem AIDS (ou &eacute; soropositiva) est&aacute; simplesmente intoxicada, oxidada, mas n&atilde;o infectada . </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; a desintoxica&ccedil;&atilde;o?</strong> Sim, e posteriormente os &oacute;rg&atilde;os e sistemas enfraquecidos devem ser estimulados pelo uso de vitaminas C, A e E, que s&atilde;o fortes antioxidantes. Se a pessoa &eacute; muito pobre, s&oacute; a vitamina A &eacute; suficiente, pois at&eacute; os defensores do HIV t&ecirc;m demonstrado que, se uma m&atilde;e tem bom n&iacute;vel de vitamina A no sangue, o filho jamais nascer&aacute; com AIDS, nem se tornar&aacute; soropositivo. Mais que isso: se um soropositivo tiver n&iacute;veis normais de vitamina A no sangue, nunca ter&aacute; AIDS. Se o or&ccedil;amento n&atilde;o &eacute; suficiente para comprar vitaminas, ser&aacute; preciso comer cenoura, frutas e verduras frescas que contenham muito caroteno, que s&atilde;o uma boa fonte de vitamina A. Portanto, a pessoa pode se curar facilmente e de forma pouco dispendiosa e, uma vez curada, pode ter uma vida normal. </span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Refer&ecirc;ncias:</strong> Dr.Roberto Giraldo, Sida Y Agentes Estresantes, Editorial de La Universidad de Antioquia, Colombia. Em sua pesquisa, o Dr. Giraldo destaca as principais contribui&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas de Peter Duesberg e do Grupo de Perth dirigido por Eleni Papadopulos-Eleopulos. </span><a href="mailto:robgiraldo@aol.com"><span style="font-family: Arial">robgiraldo@aol.com</span></a></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Dr. Etienne de Harven, Fran&ccedil;a. Especialista em microscopia eletr&ocirc;nica. Detalha raz&otilde;es cient&iacute;ficas segundo as quais Luc Montagnier, Roberto Gallo e Jay Levy nunca isolaram o chamado HIV. Oferece detalhes t&eacute;cnicos para explicar porque n&atilde;o existe uma fotografia de microsc&oacute;pio eletr&ocirc;nico do suposto v&iacute;rus da AIDS. </span><a href="mailto:pitou.deharven@wanadoo.fr"><span style="font-family: Arial">pitou.deharven@wanadoo.fr</span></a></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Fonte:</strong> </span><a target="_blank" href="http://www.taps.org.br/Paginas/oaidsartigo13.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.taps.org.br/Paginas/oaidsartigo13.html?referer=');"><span style="font-family: Arial">TAPS</span></a></div>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/14/a-aids-nao-e-doenca-infecciosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encefalomielite Disseminada Aguda</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/14/encefalomielite-disseminada-aguda/</link>
		<comments>http://talidade.com.br/2008/09/14/encefalomielite-disseminada-aguda/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 06:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encefalomielite Disseminada Aguda]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[adem]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://talidade.com.br/?p=60</guid>
		<description><![CDATA[Elizabeth Regina Comini Frota.
&#160;
A ADEM &#233; a doen&#231;a desmielinizante do Sistema Nervoso Central (SNC), monof&#225;sica, precedida em at&#233; 75% dos casos por uma infec&#231;&#227;o viral ou bacteriana, a maioria por infec&#231;&#245;es n&#227;o espec&#237;ficas do trato respirat&#243;rio. Pode se desenvolver tamb&#233;m ap&#243;s uma vacina, e principalmente por isso vem se tornando cada vez mais importante no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Elizabeth Regina Comini Frota.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A <strong>ADEM </strong>&eacute; a doen&ccedil;a desmielinizante do Sistema Nervoso Central (SNC), monof&aacute;sica, precedida em at&eacute; 75% dos casos por uma infec&ccedil;&atilde;o viral ou bacteriana, a maioria por infec&ccedil;&otilde;es n&atilde;o espec&iacute;ficas do trato respirat&oacute;rio. Pode se desenvolver tamb&eacute;m <strong>ap&oacute;s uma vacina</strong>, e principalmente por isso vem se tornando cada vez mais importante no nosso meio devido aos esquemas de <strong>vacina&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as</strong>. A <strong>ADEM </strong>ap&oacute;s vacina&ccedil;&atilde;o ocorre preferencialmente ap&oacute;s vacina contra <strong>sarampo, rub&eacute;ola e caxumba</strong>, mas j&aacute; foi descrita ap&oacute;s vacina&ccedil;&atilde;o contra <strong>p&oacute;lio</strong>, contra encefalites por carrapatos. Em nosso meio foram relatados e apresentados em congresso v&aacute;rios casos de <strong>ADEM </strong>ap&oacute;s <strong>dengue </strong>e ap&oacute;s vacina contra <strong>febre amarela.</strong></span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A incid&ecirc;ncia estimada &eacute; de 0,8 casos por 100.000 hab por ano, n&atilde;o tem preponder&acirc;ncia sexual ou racial. A <strong>epidemiologia </strong>tem apresentado mudan&ccedil;as desde sua descri&ccedil;&atilde;o original no in&iacute;cio do s&eacute;culo XIX.&nbsp; Em 1931, McAlpine descreveu 3 padr&otilde;es de inicia&ccedil;&atilde;o da ADEM: <strong>1) p&oacute;s-vacinal, 2) ap&oacute;s infec&ccedil;&otilde;es e 3) espont&acirc;nea</strong>. Na &eacute;poca este autor observou que as formas p&oacute;s-vacinais e espont&acirc;neas evoluem bem e a forma p&oacute;s-infecciosa evolui muito mal. Parece que pouco mudou desde ent&atilde;o porque estudos recentes t&ecirc;m corroborado estes observa&ccedil;&otilde;es.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os sintomas em geral ocorrem ap&oacute;s 7 a 14 dias da infec&ccedil;&atilde;o ou da vacina&ccedil;&atilde;o, e apesar de n&atilde;o estar estabelecido um per&iacute;odo de lat&ecirc;ncia &eacute; importante se estabelecer a rela&ccedil;&atilde;o temporal de at&eacute; 30 dias entre a infec&ccedil;&atilde;o ou vacina&ccedil;&atilde;o, com a doen&ccedil;a.&nbsp; Alguns sintomas parecem estar associados &agrave; idade, nas crian&ccedil;as ocorre febre e cefal&eacute;ia com mais freq&uuml;&ecirc;ncia e nos adultos sintomas motores e sensitivos predominam desde o in&iacute;cio. Outros sintomas como ataxia, altera&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia e sintomas relacionados ao tronco encef&aacute;lico, ocorrem na maioria dos pacientes independente da idade.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Estudos realizados com Encefalite Al&eacute;rgica Experimental levaram ao desenvolvimento de&nbsp; conceitos de patog&ecirc;nese: o conceito da cascata infamat&oacute;ria que acredita numa infec&ccedil;&atilde;o direta do SN pelo pat&oacute;geno, resultando em les&atilde;o do tecido e uma invas&atilde;o da circula&ccedil;&atilde;o de auto-ant&iacute;genos antes confinados devido a uma desintegra&ccedil;&atilde;o da Barreira Hemato-Encef&aacute;lica. Outro conceito prop&otilde;e a homologia de seq&uuml;&ecirc;ncias de amino&aacute;cidos entre o ant&iacute;geno externo e a mielina, ou seja, o mimetismo molecular.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A melhor ferramenta diagn&oacute;stica &eacute; a Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica (RM) do enc&eacute;falo. O mais comum s&atilde;o les&otilde;es da subst&acirc;ncia branca em v&aacute;rias localiza&ccedil;&otilde;es, &agrave;s vezes com acometimento do c&oacute;rtex e &aacute;reas do t&aacute;lamo e g&acirc;nglios da base, e o mais importante &eacute; que estas les&otilde;es t&ecirc;m aspecto de mesmo tempo de evolu&ccedil;&atilde;o, o que diferencia da EM que tem dissemina&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es no tempo. A RM deve ser repetida a cada seis meses pelo menos porque as les&otilde;es da <strong>ADEM </strong>tendem a diminuir e at&eacute; desaparecer.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O tratamento visa desacelerar a resposta inflamat&oacute;ria e &eacute; realizado com corticoterapia endovenosa em primeira escolha, embora n&atilde;o existam estudos controlados com este procedimento.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&nbsp;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><strong>Fonte:</strong> </span><a target="_blank" href="http://www.neuroimunologia.com.br/materia.ADEM.asp" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.neuroimunologia.com.br/materia.ADEM.asp?referer=');"><span style="font-family: Arial">NeuroImunologia</span></a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://talidade.com.br/2008/09/14/encefalomielite-disseminada-aguda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
