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	<title>Talidade &#187; Febre Amarela</title>
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	<description>Não acredite! Não dúvide! Não Pense! Reflita!</description>
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		<title>Especialista vê exagero em vacinação contra febre amarela</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 00:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Amarela]]></category>
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		<description><![CDATA[Luiz Hildebrando Pereira da Silva entende que n&#227;o deveria haver imuniza&#231;&#227;o contra a doen&#231;a em &#225;reas urbanas &#160; Fabiane Leite &#160; Um dos maiores especialistas em doen&#231;as tropicais no mundo, o m&#233;dico Luiz Hildebrando Pereira da Silva diz que o governo pode ter exagerado ao estender a recomenda&#231;&#227;o de vacina&#231;&#227;o contra a febre amarela para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: Arial;">Luiz Hildebrando Pereira da Silva entende que n&atilde;o deveria haver imuniza&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a em &aacute;reas urbanas<!-- ### fim_olho --> </span></strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;"><font class="credito"><i><!-- ### inicio_assinatura -->Fabiane Leite</i></font></span></strong><span style="font-family: Arial;"><font class="credito"><i><!-- ### fim_assinatura --></i></font></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span><font class="credito"><span style="font-family: Arial;"><font class="not">Um dos maiores especialistas em <strong>doen&ccedil;as tropicais </strong>no mundo, o m&eacute;dico Luiz Hildebrando Pereira da Silva diz que o governo pode ter exagerado ao estender a recomenda&ccedil;&atilde;o de vacina&ccedil;&atilde;o contra a <strong>febre amarela </strong>para al&eacute;m de &aacute;reas de matas, conforme instru&ccedil;&atilde;o divulgada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de brasileiro. A recomenda&ccedil;&atilde;o do governo abrange tamb&eacute;m &aacute;reas urbanas. A vacina traz riscos, destaca, e deve ser administrada com cuidado.</p>
<p>Segundo o minist&eacute;rio, entre 2000 e 2007, as doses da <strong>vacina </strong>distribu&iacute;das s&atilde;o <strong>500%</strong> maior que a popula&ccedil;&atilde;o que vive em &aacute;reas de risco (35 milh&otilde;es de pessoas). Apenas neste m&ecirc;s, a distribui&ccedil;&atilde;o j&aacute; chegou a 7 milh&otilde;es de doses, mais da metade de tudo o que foi repassado aos Estados em 2007.</p>
<p>&ldquo;<strong>N&atilde;o </strong>se pode fazer <strong>vacina&ccedil;&atilde;o preventiva </strong>de popula&ccedil;&atilde;o de uma &aacute;rea s&oacute; porque apareceram casos em pessoas que invadiram &aacute;rea de floresta ou passaram dias em ecoturismo. Isso n&atilde;o coloca em perigo a popula&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas que n&atilde;o est&atilde;o com esse mesmo tipo de comportamento e, na minha maneira de ver, foi um erro estrat&eacute;gico do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&rdquo;, afirmou Silva, diretor do Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais de Rond&ocirc;nia. &ldquo;N&atilde;o haveria a necessidade disso&rdquo;. </p>
<p>Em f&eacute;rias na Fran&ccedil;a, onde trabalhou por mais de 30 anos no Instituto Pasteur, Silva tem conversado com representantes do minist&eacute;rio. &ldquo;Eu me informei e t&eacute;cnicos d&atilde;o explica&ccedil;&otilde;es de que &agrave;s vezes s&atilde;o obrigados a atender a certas necessidades extremamente improv&aacute;veis por quest&otilde;es de ordem psicol&oacute;gica, para mostrar que o minist&eacute;rio &eacute; capaz, para garantir tranq&uuml;ilidade &agrave;s pessoas.&rdquo; </p>
<p>At&eacute; ontem, 31 pessoas j&aacute; tinham apresentado <strong>rea&ccedil;&otilde;es adversas </strong>&agrave; <strong>vacina</strong>, principalmente em raz&atilde;o do recebimento de mais de uma dose em curto espa&ccedil;o de tempo, admitiu o minist&eacute;rio. &ldquo;&Eacute; exatamente esta uma das raz&otilde;es de n&atilde;o se poder usar a <strong>vacina sistem&aacute;tica</strong>&rdquo;, afirma o especialista. Foi identificada at&eacute; mesmo uma pessoa que recebe a vacina h&aacute; quatro anos sistematicamente.</p>
<p>A instru&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio diz que vacina s&oacute; deve ser tomada por pessoas que ainda<strong> n&atilde;o tenham sido imunizadas</strong> ou que tenham sido h&aacute; mais de dez anos e que vivam ou se dirijam para &aacute;reas de risco &#8211; atualmente, a maior parte do Pa&iacute;s, exceto grande extens&atilde;o da costa brasileira. </p>
<p>Silva reconhece que o governo teme a expans&atilde;o da doen&ccedil;a para &aacute;reas urbanas, o que n&atilde;o ocorre desde 1942, e tem procurado criar barreiras para a amea&ccedil;a ao estender a imuniza&ccedil;&atilde;o para al&eacute;m das matas, mas frisa que n&atilde;o h&aacute; motivos para tanta preocupa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; plenamente capacitado para bloquear qualquer <strong>epidemia </strong>de <strong>febre amarela </strong>na cidade. O mosquito que se infecta n&atilde;o voa nem 5 km e as pessoas infectadas n&atilde;o transmitem a doen&ccedil;a por toda a vida. Tenho a impress&atilde;o de que h&aacute; p&acirc;nico e a imprensa precisa contribuir para dizer que n&atilde;o h&aacute; risco de epidemia&rdquo;, afirmou ainda.</p>
<p><strong>PREOCUPA&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
<p>O diretor de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica do minist&eacute;rio, Eduardo Hage, disse que um comit&ecirc; de especialistas reconheceu como corretas as orienta&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio sobre vacina&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m j&aacute; se preocupava com o<strong> risco de revacina&ccedil;&otilde;es</strong>, pois entendia que, al&eacute;m dos efeitos adversos, poderia trazer desperd&iacute;cio e preju&iacute;zo a quem realmente necessita da imuniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Estavam preocupados porque as revacina&ccedil;&otilde;es criam um problema maior para as pessoas que v&atilde;o viajar para essas &aacute;reas e podem n&atilde;o conseguir se vacinar.&rdquo;</p>
<p>A pasta n&atilde;o tem como saber se a maior parte das pessoas que vai aos postos de imuniza&ccedil;&atilde;o<strong> j&aacute; foi vacinada</strong>, pois a maior demanda &eacute; de adultos, que n&atilde;o costumam guardar cart&otilde;es de vacina&ccedil;&atilde;o. O minist&eacute;rio tamb&eacute;m n&atilde;o tem hoje meios legais para exigir os cart&otilde;es, nem para impedir sob qualquer alega&ccedil;&atilde;o que uma pessoa se vacine na rede de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p>Segundo dados de cobertura vacinal dispon&iacute;veis no site do minist&eacute;rio, at&eacute; 2004 a maioria das regi&otilde;es de risco j&aacute; tinha cobertura de 100% &#8211; a pasta n&atilde;o informou os dados mais recentes do Pa&iacute;s, apesar de solicita&ccedil;&atilde;o feita pela reportagem na quinta-feira.</p>
<p>&ldquo;A cobertura do Pa&iacute;s &eacute; &oacute;tima, mas pela primeira vez houve a divulga&ccedil;&atilde;o de caso de febre amarela no Distrito Federal, as pessoas ficaram apavoradas&rdquo;, analisa o infectologista Jos&eacute; Geraldo Leite Ribeiro, que assessora o governo de Minas Gerais. &ldquo;H&aacute; um problema grave no setor de comunica&ccedil;&atilde;o social dos setores de sa&uacute;de, que n&atilde;o consegue transmitir a informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria.&rdquo; Para ele, um exemplo disso s&atilde;o os pr&oacute;prios mapas sobre as &aacute;reas de risco de<strong> febre amarela </strong>divulgados, que n&atilde;o s&atilde;o estariam claros para a popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Minas aparece como &aacute;rea end&ecirc;mica recente, para quem n&atilde;o &eacute; especializado pode parecer que n&atilde;o h&aacute; muito risco. N&atilde;o parto do princ&iacute;pio de p&ocirc;r a culpa em quem n&atilde;o entendeu.&rdquo;</p>
<p>Ribeiro destaca ainda que educar especificamente viajantes &eacute; um desafio no mundo. &ldquo;N&atilde;o &eacute; culpa da popula&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma quest&atilde;o cultural, dif&iacute;cil.&rdquo; A maioria dos casos de morte registrados at&eacute; o momento &eacute; de viajantes, n&atilde;o de residentes. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de confirmou ontem mais uma morte. Agora s&atilde;o 12 casos neste ano, sendo que 8 pacientes morreram. Ainda h&aacute; 7 casos suspeitos e 14 j&aacute; descartados. Na semana passada, o ministro da Sa&uacute;de, Jos&eacute; Tempor&atilde;o, disse que todas as v&iacute;timas da doen&ccedil;a tinham as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias e sabiam que deveriam se vacinar.</p>
<p>&ldquo;Essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; oportuna porque a doen&ccedil;a &eacute; um problema sobre o qual a popula&ccedil;&atilde;o tem de se instruir, saber que vai ocorrer com maior freq&uuml;&ecirc;ncia porque &eacute; resultado da expans&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es, invas&atilde;o de florestas&rdquo;, afirma Silva. &ldquo;&Eacute; preciso conduzir medidas preventivas, a organiza&ccedil;&atilde;o de um servi&ccedil;o de sa&uacute;de mais estruturado e n&atilde;o entrar em p&acirc;nico. N&atilde;o se pode vacinar a popula&ccedil;&atilde;o de maneira abstrata.&rdquo;</font></span></font></span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/01/20/ger-1.93.7.20080120.3.1.xml" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estado.com.br/editorias/2008/01/20/ger-1.93.7.20080120.3.1.xml?referer=');">Estad&atilde;o.com.br :: Sa&uacute;de &amp;</a></div>
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