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	<title>Talidade &#187; Realito</title>
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	<description>Não acredite! Não dúvide! Não Pense! Reflita!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 16 May 2009 01:37:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa</title>
		<link>http://talidade.com.br/2009/05/15/sete-refrigerantes-tem-substancia-cancerigena-revela-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 01:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refrigerantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste &#8211;Associa&#231;&#227;o Brasileira de Defesa do Consumidor&#8211; verificou que 7 t&#234;m benzeno, subst&#226;ncia potencialmente cancer&#237;gena. O benzeno surge da rea&#231;&#227;o do &#225;cido benzoico com a vitamina C. Como n&#227;o h&#225; regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para &#225;gua pot&#225;vel: 5 microgramas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste &#8211;Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Defesa do Consumidor&#8211; verificou que 7 t&ecirc;m benzeno, subst&acirc;ncia potencialmente cancer&iacute;gena. O benzeno surge da rea&ccedil;&atilde;o do &aacute;cido benzoico com a vitamina C. Como n&atilde;o h&aacute; regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para &aacute;gua pot&aacute;vel: 5 microgramas por litro.</p>
<p>Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. S&atilde;o eles: Dolly Guaran&aacute;, Dolly Guaran&aacute; Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.</p>
<p>Fernanda Ribeiro, t&eacute;cnica da Pro Teste, diz que &eacute; dif&iacute;cil estudar a rela&ccedil;&atilde;o direta entre o benzeno e o c&acirc;ncer em humanos, mas que j&aacute; se sabe que a subst&acirc;ncia tem alto potencial carcinog&ecirc;nico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. &quot;Segundo a OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de), n&atilde;o h&aacute; limite seguro para ingest&atilde;o dessa subst&acirc;ncia&quot;, diz.</p>
<p>A qu&iacute;mica Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Funda&ccedil;&atilde;o Jorge Duprat Figueiredo de Seguran&ccedil;a e Medicina do Trabalho) e integrante da Comiss&atilde;o Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, tamb&eacute;m ao linfoma.</p>
<p>O fato de entrar em contato com o benzeno n&atilde;o significa necessariamente que a pessoa v&aacute; ter c&acirc;ncer &#8211;h&aacute; organismos mais e menos suscet&iacute;veis. &quot;Mas n&atilde;o somos um tubo de ensaio para saber se resistimos ou n&atilde;o, e n&atilde;o h&aacute; limites seguros de toler&acirc;ncia. O ideal, ent&atilde;o, &eacute; n&atilde;o consumir&quot;, diz Arcuri.</p>
<p>O benzeno est&aacute; presente no ambiente, decorrente principalmente da fuma&ccedil;a do cigarro e da queima de combust&iacute;vel. Na ind&uacute;stria, &eacute; mat&eacute;ria-prima de produtos como detergente, borracha sint&eacute;tica e n&aacute;ilon.</p>
<p>Nesse caso, n&atilde;o contamina o consumidor por se transformar em outros compostos. A principal preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; proteger o trabalhador da ind&uacute;stria.</p>
<p>O efeito do benzeno &eacute; lento, mas, quanto maior o tempo de exposi&ccedil;&atilde;o e a quantidade do composto, maior a probabilidade de desenvolver o tumor.</p></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Ado&ccedil;antes e corantes</strong></p>
<p>A pesquisa da Pro Teste encontrou, ainda, ado&ccedil;antes na vers&atilde;o tradicional do Grapette, n&atilde;o informados no r&oacute;tulo. O problema &eacute; maior no caso de crian&ccedil;as, que devem ingerir menos ado&ccedil;antes.</p>
<p>Foram reprovados outros seis produtos [Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero] que tinham os corantes amarelo crep&uacute;sculo &#8211;que, segundo estudos, favorece a hiperatividade infantil&#8211; e amarelo tartrazina &#8211;com alto potencial alerg&ecirc;nico. &quot;O amarelo crep&uacute;sculo j&aacute; foi proibido na Europa. E muitas crian&ccedil;as t&ecirc;m alergia a alguns alimentos e, depois, descobre-se que o problema &eacute; o amarelo tartrazina&quot;, diz Ribeiro.</p>
<p>Os corantes s&atilde;o aprovados no Brasil, mas, para a Pro Teste, as empresas deveriam substitu&iacute;-los por outros que n&atilde;o sejam problem&aacute;ticos, assim como no caso do &aacute;cido benzoico. &quot;&Eacute; um problema f&aacute;cil de ser resolvido&quot;, diz Ribeiro.&nbsp;</p></div>
<div style="text-align: justify;">
<strong>Ado&ccedil;antes e corantes</strong></p>
<p>A pesquisa da Pro Teste encontrou, ainda, ado&ccedil;antes na vers&atilde;o tradicional do Grapette, n&atilde;o informados no r&oacute;tulo. O problema &eacute; maior no caso de crian&ccedil;as, que devem ingerir menos ado&ccedil;antes.</p>
<p>Foram reprovados outros seis produtos [Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero] que tinham os corantes amarelo crep&uacute;sculo &#8211;que, segundo estudos, favorece a hiperatividade infantil&#8211; e amarelo tartrazina &#8211;com alto potencial alerg&ecirc;nico. &quot;O amarelo crep&uacute;sculo j&aacute; foi proibido na Europa. E muitas crian&ccedil;as t&ecirc;m alergia a alguns alimentos e, depois, descobre-se que o problema &eacute; o amarelo tartrazina&quot;, diz Ribeiro.</p>
<p>Os corantes s&atilde;o aprovados no Brasil, mas, para a Pro Teste, as empresas deveriam substitu&iacute;-los por outros que n&atilde;o sejam problem&aacute;ticos, assim como no caso do &aacute;cido benzoico. &quot;&Eacute; um problema f&aacute;cil de ser resolvido&quot;, diz Ribeiro.<br />
<strong><br />
Outro lado</strong></p>
<p>A Coca-Cola, respons&aacute;vel pela Fanta, afirmou, em nota, que cumpre a lei e que os corantes de bebidas s&atilde;o descritos no r&oacute;tulo. Afirma, ainda, que o benzeno est&aacute; presente em alimentos e bebidas em n&iacute;veis muito baixos.</p>
<p>A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha &quot;sob os mais r&iacute;gidos padr&otilde;es de qualidade e em total atendimento &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira&quot;.</p>
<p>Cl&aacute;udio Rodrigues, gerente-geral da Refrigerantes Pakera, que fabrica o Grapette, diz que a bebida tradicional pode ter sido contaminada por ado&ccedil;antes porque as duas vers&otilde;es s&atilde;o feitas na mesma m&aacute;quina. &quot;Os tanques s&atilde;o lavados, mas pode ter ficado res&iacute;duo de ado&ccedil;ante no lote testado.&quot; </p>
<p>A Coca-Cola, respons&aacute;vel pela Fanta, afirmou, em nota, que cumpre a lei e que os corantes de bebidas s&atilde;o descritos no r&oacute;tulo. Afirma, ainda, que o benzeno est&aacute; presente em alimentos e bebidas em n&iacute;veis muito baixos.</p>
<p>A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha &quot;sob os mais r&iacute;gidos padr&otilde;es de qualidade e em total atendimento &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira&quot;.</p>
<p>Cl&aacute;udio Rodrigues, gerente-geral da Refrigerantes Pakera, que fabrica o Grapette, diz que a bebida tradicional pode ter sido contaminada por ado&ccedil;antes porque as duas vers&otilde;es s&atilde;o feitas na mesma m&aacute;quina. &quot;Os tanques s&atilde;o lavados, mas pode ter ficado res&iacute;duo de ado&ccedil;ante no lote testado.&quot;</p></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u560464.shtml" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u560464.shtml?referer=');">Folha Online</a></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Pessoas infelizes assistem mais TV, diz estudo</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/12/15/pessoas-infelizes-assistem-mais-tv-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 04:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo feito por soci&#243;logos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televis&#227;o, enquanto pessoas que se consideram felizes l&#234;em mais e t&#234;m vida social mais ativa.
&#160;
O trabalho foi publicado na edi&#231;&#227;o de dezembro da revista cient&#237;fica &#34;Social Indicators Research&#34;.
&#160;
Os pesquisadores, da Universidade de Maryland, na cidade de Baltimore, basearam suas conclus&#245;es em pesquisas realizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Um estudo feito por soci&oacute;logos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televis&atilde;o, enquanto pessoas que se consideram felizes l&ecirc;em mais e t&ecirc;m vida social mais ativa.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">O trabalho foi publicado na edi&ccedil;&atilde;o de dezembro da revista cient&iacute;fica &quot;Social Indicators Research&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os pesquisadores, da Universidade de Maryland, na cidade de Baltimore, basearam suas conclus&otilde;es em pesquisas realizadas ao longo de 30 anos nos Estados Unidos.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Com base nesses estudos, eles ainda conclu&iacute;ram que as horas que a popula&ccedil;&atilde;o passa em frente &agrave; televis&atilde;o podem aumentar com a crise econ&ocirc;mica.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Tr&ecirc;s d&eacute;cadas</strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os soci&oacute;logos John P. Robinson e Steven Martin, da University of Maryland, analisaram dados de quase 30 mil adultos que participaram de estudos sobre o uso do tempo e sobre comportamento social feitos entre 1975 e 2006.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Nos estudos sobre como as pessoas usam seu tempo, os participantes foram convidados a escrever di&aacute;rios relatando suas atividades durante um per&iacute;odo de 24 horas, indicando qu&atilde;o prazerosas foram cada uma delas.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As pesquisas sobre comportamento social, ou General Social Surveys, tamb&eacute;m usadas como base para o presente estudo, indagaram aos participantes, durante anos consecutivos, qu&atilde;o felizes se sentiam e como passavam seu tempo, al&eacute;m de outras quest&otilde;es.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Robinson e Martin verificaram que, em rela&ccedil;&atilde;o ao h&aacute;bito de assistir TV, os dois tipos de estudos apresentaram resultados diferentes.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com as General Social Surveys, pessoas que se consideram infelizes assistem em m&eacute;dia 20% mais televis&atilde;o do que pessoas muito felizes. Em suas conclus&otilde;es, os pesquisadores levaram em conta caracter&iacute;sticas individuais como educa&ccedil;&atilde;o, sal&aacute;rio, idade e estado civil.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As pesquisas tamb&eacute;m revelaram que pessoas que se descrevem como felizes s&atilde;o mais ativas socialmente, participam mais de servi&ccedil;os religiosos, votam com mais freq&uuml;&ecirc;ncia e l&ecirc;em mais jornais.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">As informa&ccedil;&otilde;es obtidas a partir dos di&aacute;rios descrevendo como as pessoas passavam o tempo, no entanto, revelaram um quadro diferente.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Escrevendo em tempo real, no mesmo dia em que as atividades aconteceram, os participantes parecem ver o ato de assistir televis&atilde;o de forma mais positiva.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo Robinson, embora os telespectadores digam que a TV de forma geral &eacute; um desperd&iacute;cio de tempo e uma atividade n&atilde;o particularmente agrad&aacute;vel, muitos acrescentam que os programas vistos &quot;foram muito bons&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Satisfa&ccedil;&atilde;o a longo prazo</strong></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os autores do estudo conclu&iacute;ram, desta forma, que assistir televis&atilde;o pode contribuir para a felicidade do telespectador naquele momento, por&eacute;m, h&aacute; menos efeitos positivos a longo prazo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;A TV n&atilde;o parece realmente satisfazer as pessoas a longo prazo da maneira como o envolvimento social ou a leitura de um jornal o fazem&quot;, disse Robinson, um pioneiro em estudos sobre como as pessoas passam seu tempo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Ela &eacute; mais passiva e pode oferecer um escape &#8211; especialmente quando as not&iacute;cias s&atilde;o deprimentes&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Os dados indicam que o h&aacute;bito de ver TV pode oferecer prazer a curto prazo, mas causam mal a longo prazo.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Baseado em dados colhidos pelas pesquisas sobre o uso do tempo, Robinson prev&ecirc; que a popula&ccedil;&atilde;o deva assistir mais televis&atilde;o durante o per&iacute;odo de crise econ&ocirc;mica.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;&Agrave; medida que as pessoas t&ecirc;m progressivamente mais tempo em suas m&atilde;os, as horas em frente &agrave; TV aumentam&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Ele acrescenta que um pouco do tempo extra tamb&eacute;m poder&aacute; ser preenchido dormindo.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">(Depois da televis&atilde;o) &quot;o sono pode ser o segundo grande benefici&aacute;rio da perda de emprego ou da redu&ccedil;&atilde;o nas horas de trabalho&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u468797.shtml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u468797.shtml?referer=');">Folha Online</a></div>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Naturalidade e Espontaneidade</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/10/21/naturalidade-e-espontaneidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 11:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Monólogos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[naturalidade]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[O que todas as not&#237;cias desse blog indicam? Uma vis&#227;o unilateral e pessimista do mundo? Opni&#227;o de uma pessoa prestes a se jogar da ponte?
Tamb&#233;m n&#227;o queremos que voc&#234;, leitor, motivo de existirmos, corte os pulsos&#8230;
&#160;
Os objetivos deste site v&#227;o al&#233;m de publicar meras not&#237;cias. Seria f&#225;cil demais sair coletando pela internet todas as not&#237;cias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que todas as <strong>not&iacute;cias</strong> desse blog indicam? Uma vis&atilde;o <strong>unilateral</strong> e <strong>pessimista</strong> do mundo? Opni&atilde;o de uma pessoa prestes a se jogar da ponte?</p>
<div style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m n&atilde;o queremos que voc&ecirc;, leitor, motivo de existirmos, <strong>corte os pulsos</strong>&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Os objetivos deste site v&atilde;o al&eacute;m de publicar meras not&iacute;cias. Seria f&aacute;cil demais sair coletando pela internet todas as not&iacute;cias dessa classe&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">A finalidade desse blog &eacute; justamente tocar cada leitor sobre a necessidade do desenvolvimento da <strong>relex&atilde;o</strong>.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Apenas <strong>duvidar</strong> ou <strong>aceitar</strong> o que acontece ao nosso redor &eacute; muito facil por&eacute;m n&atilde;o &eacute; o suficiente.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Mas n&atilde;o &eacute; suficiente para que, tio Realito?&quot; Bem, se voc&ecirc; perguntou isso, deve ter o quociente de intelig&ecirc;ncia equivalente a de um chinelo&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Desenvolver a an&aacute;lise cr&iacute;tica e a reflex&atilde;o profunda &eacute; muito importante, n&atilde;o apenas para conhecer o mundo em que andamos, mas principalmente para conhecer o mundo em que vivemos&#8230; &quot;Sim Poliana&#8230; aqui dentro&#8230; dentro de n&oacute;s&quot;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Para isso precisamos re-aprender a agir e sentir com naturalidade e espontaneidade&#8230;. Por mais dificil que seja pronunciar essas palavras v&aacute;rias vezes, precisamos recordar esses sentidos que um dia tivemos quando &eacute;ramos crian&ccedil;as.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Lendo o post do Magro, sobre <a href="http://www.diariodeummagro.com.br/naturalidade-onde-esta-a-sua" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.diariodeummagro.com.br/naturalidade-onde-esta-a-sua?referer=');">naturalidade</a>, vi algumas fotos de <strong>crian&ccedil;as</strong>&#8230; Essas sim s&atilde;o felizes&#8230; Mesmo nos piores momentos s&atilde;o mais felizes que os &#8216;adultos&#8217; porque simplesmente vivem o que t&ecirc;m que viver&#8230; <strong>N&atilde;o t&ecirc;m preocupa&ccedil;&otilde;es</strong> e apenas vivem o <strong>momento</strong>, o <strong>aqui e o agora</strong>&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Para aqueles que n&atilde;o captaram a mensagem e ainda t&ecirc;m a vis&atilde;o de que as crian&ccedil;as s&atilde;o apenas bolinhas fofas e bobas, est&atilde;o enganados, h&aacute; muito que aprender com os pequenos&#8230; N&atilde;o precisamos ser &#8216;bobos&#8217;, desprovidos de racioc&iacute;nio, mas precisamos recobrar os puros sentimentos (lindo, n&atilde;o?) e a capacidade de exercer a <strong>realidade</strong> como eles! Viu, n&atilde;o precisamos fazer &#8216;gu-gu-da-da&#8217; mem voltar a tomar mamadeira&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&Eacute; mais simples do que isso&#8230; &Eacute; agregar &agrave; <strong>intelig&ecirc;ncia</strong>, a capacidade de viver o momento, de usufruir da <strong>realidade</strong>.&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Mas n&atilde;o me pergunte como fazer isso&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Se quisermos exercer uma exist&ecirc;ncia equivalente a de um <strong>gusano</strong>, tudo bem&#8230; O livre arb&iacute;trio tamb&eacute;m pode ser disperdicado assim&#8230; &Eacute; respeit&aacute;vel e lament&aacute;vel&#8230; Qualquer coisa, basta fechar o site (brincadeira, viva como um verme mas continue a nos visitar).</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Poluição causa alterações pulmonares em fetos, diz estudo</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/10/20/poluicao-causa-alteracoes-pulmonares-em-fetos-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 10:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[poluição atmosférica]]></category>

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		<description><![CDATA[BERLIM&#160;-&#160;A polui&#231;&#227;o atmosf&#233;rica fomenta altera&#231;&#245;es pulmonares no feto humano quando a m&#227;e respira elevadas concentra&#231;&#245;es de part&#237;culas em suspens&#227;o, diz um estudo su&#237;&#231;o apresentado&#160;nesta ter&#231;a-feira, 7,&#160;em Berlim no &#226;mbito de um congresso europeu sobre doen&#231;as pulmonares.
&#160;
At&#233; agora os cientistas afirmavam que a polui&#231;&#227;o s&#243; podia prejudicar os pulm&#245;es infantis em idade escolar.
&#160;
Entretanto, um cientista da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">BERLIM&nbsp;-&nbsp;A <strong>polui&ccedil;&atilde;o atmosf&eacute;rica</strong> fomenta altera&ccedil;&otilde;es pulmonares no <strong>feto</strong> humano quando a m&atilde;e respira elevadas concentra&ccedil;&otilde;es de </span><span style="font-family: Arial;">part&iacute;culas em suspens&atilde;o</span><span style="font-family: Arial;">, diz um estudo su&iacute;&ccedil;o apresentado&nbsp;nesta ter&ccedil;a-feira, 7,&nbsp;em Berlim no &acirc;mbito de um congresso europeu sobre doen&ccedil;as pulmonares.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">At&eacute; agora os cientistas afirmavam que a <strong>polui&ccedil;&atilde;o</strong> s&oacute; podia prejudicar os pulm&otilde;es infantis em idade escolar.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Entretanto, um cientista da Universidade de Berna, na Su&iacute;&ccedil;a, investigou a rela&ccedil;&atilde;o entre a <strong>polui&ccedil;&atilde;o atmosf&eacute;rica</strong> e os problemas pulmonares no caso de 241 rec&eacute;m-nascidos.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Philipp Latzin analisou as propor&ccedil;&otilde;es de <strong>oz&ocirc;nio</strong>, de <strong>di&oacute;xido de nitrog&ecirc;nio</strong> (<strong>NO2</strong>) e de part&iacute;culas em suspens&atilde;o (<strong>PM10</strong>) que respiraram as gr&aacute;vidas e levou em conta a proximidade da casa das futuras m&atilde;es de grandes vias.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Finalmente, e durante as cinco semanas posteriores ao nascimento, mediu a capacidade pulmonar dos rec&eacute;m-nascidos, para chegar &agrave; conclus&atilde;o de que os filhos daquelas m&atilde;es que tinham respirado ar com elevadas concentra&ccedil;&otilde;es de <strong>part&iacute;culas em suspens&atilde;o</strong> mostravam altera&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Os filhos de mulheres que vivem perto de estradas com muito tr&aacute;fego respirariam mais r&aacute;pido, 48 vezes por minuto ao inv&eacute;s de 42.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O estudo conclui que os beb&ecirc;s, cujas m&atilde;es respiraram ar muito contaminado durante o &uacute;ltimo ter&ccedil;o da gravidez sofriam mais infec&ccedil;&otilde;es nas vias respirat&oacute;rias que os outros.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Latzin suspeita que a polui&ccedil;&atilde;o atacaria os pulm&otilde;es das m&atilde;es, reduzindo a irriga&ccedil;&atilde;o sangu&iacute;nea que chega &agrave; placenta, onde acontece a troca de oxig&ecirc;nio e nutrientes entre a m&atilde;e e feto.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Outra hip&oacute;tese indica que as <strong>part&iacute;culas em suspens&atilde;o</strong> se misturam no sangue do beb&ecirc;, alterando seu ritmo respirat&oacute;rio.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A terceira hip&oacute;tese apresentada por Latzin para explicar os danos pulmonares seria uma altera&ccedil;&atilde;o no metabolismo da m&atilde;e, que frearia o crescimento do feto e a forma&ccedil;&atilde;o do pulm&atilde;o infantil.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">De qualquer forma, os cientistas consideram que os resultados do estudo demonstram que &eacute; necess&aacute;rio reduzir os poluentes do ar, j&aacute; que &quot;a influ&ecirc;ncia adiantada sobre as vias respirat&oacute;rias levam a um aumento das doen&ccedil;as pulmonares e uma menor esperan&ccedil;a de vida&quot;, explicam o relat&oacute;rio. </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><strong>Fonte: </strong></span><a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid255432,0.htm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br/vidae/not_vid255432_0.htm?referer=');"><span style="font-family: Arial;">Estad&atilde;o.com.br &#8211; Vida &amp;</span></a><span style="font-family: Arial;"><br />
</span></div>
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		<title>Aquecimento global pode difundir doenças letais, diz ONG</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 04:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos]]></category>
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		<description><![CDATA[Doze doen&#231;as, incluindo febre amarela, gripe avi&#225;ria, c&#243;lera e peste, podem se beneficiar da mudan&#231;a.
&#160;
BARCELONA &#8211; Doze doen&#231;as letais devem ganhar uma difus&#227;o maior no mundo por causa das mudan&#231;as clim&#225;ticas, alertou a Sociedade de Conserva&#231;&#227;o da Vida Selvagem na ter&#231;a-feira.
&#160;
A entidade com sede em Nova York e atua&#231;&#227;o em 60 na&#231;&#245;es disse que &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial;">Doze <strong>doen&ccedil;as</strong>, incluindo <strong>febre amarela</strong>, <strong>gripe avi&aacute;ria</strong>, <strong>c&oacute;lera</strong> e <strong>peste</strong>, podem se beneficiar da mudan&ccedil;a.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">BARCELONA &#8211; Doze doen&ccedil;as <strong>letais</strong> devem ganhar uma difus&atilde;o maior no mundo por causa das <strong>mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas</strong>, alertou a Sociedade de Conserva&ccedil;&atilde;o da Vida Selvagem na ter&ccedil;a-feira.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">A entidade com sede em Nova York e atua&ccedil;&atilde;o em 60 na&ccedil;&otilde;es disse que &eacute; preciso monitorar melhora a vida selvagem para que seja poss&iacute;vel detectar prematuramente a forma de propaga&ccedil;&atilde;o dos agentes patog&ecirc;nicos nas novas condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">As doze doen&ccedil;as citadas no estudo s&atilde;o: <strong>gripe avi&aacute;ria, babesiose transmitida por carrapatos, c&oacute;lera, ebola, parasitas, peste, doen&ccedil;a de Lyme, mar&eacute; vermelha (por contamina&ccedil;&atilde;o de algas), febre do vale do Rift, doen&ccedil;a do sono, tuberculose e febre amarela.</strong></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">&quot;Mesmo dist&uacute;rbios menores podem ter consequ&ecirc;ncias abrangentes sobre quais doen&ccedil;as poderiam encontrar e transmitir conforme o clima mudar&quot;, disse Steven Sanderson, diretor da entidade.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">&quot;O termo &#8216;mudan&ccedil;a clim&aacute;tica&#8217; evoca imagens de calotas de gelo derretendo e n&iacute;veis do mar aumentando para amea&ccedil;ar cidades e na&ccedil;&otilde;es costeiras, mas t&atilde;o importante quanto isso &eacute; como o aumento das temperaturas e a flutua&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de precipita&ccedil;&atilde;o v&atilde;o alterar a distribui&ccedil;&atilde;o de agentes patog&ecirc;nicos perigosos&quot;, disse ele.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">&quot;Monitorar a sa&uacute;de da vida selvagem vai nos ajudar a prever onde esses pontos de perturba&ccedil;&atilde;o v&atilde;o ocorrer e planejar como nos preparar&quot;, disse ele em nota.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">O Painel Clim&aacute;tico da ONU diz que as emiss&otilde;es de gases do <strong>efeito estufa</strong>, principalmente pela queima de combust&iacute;veis f&oacute;sseis, est&atilde;o elevando a temperatura, com consequ&ecirc;ncias como secas, ondas de calor e derretimento de geleiras.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">&quot;Durante mil&ecirc;nios as pessoas souberam de uma rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de e clima&quot;, disse William Karesh, membro da entidade, durante entrevista coletiva em Barcelona por ocasi&atilde;o do lan&ccedil;amento de um relat&oacute;rio que est&aacute; sendo lan&ccedil;ado no congresso da Uni&atilde;o Internacional para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;">Segundo ele, o estudo n&atilde;o &eacute; uma lista exaustiva, e sim uma ilustra&ccedil;&atilde;o da variedade de doen&ccedil;as infecciosas que podem amea&ccedil;ar humanos e animais.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Fonte: </strong></span><a href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid255653,0.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br/vidae/not_vid255653_0.htm?referer=');"><span style="font-family: Arial;">Estad&atilde;o.com.br &#8211; Vida &amp;</span></a></div>
<div><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: Arial;">&nbsp;</span></div>
<div>&nbsp;</div>
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		<title>Médico explica os riscos do paracetamol e diz que não sabe por que remédio continua no mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 20:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[dipiriona]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa divulgada pela revista cient&#237;fica New Scientist alerta sobre os riscos que o paracetamol traz para a sa&#250;de depois que foi divulgado que o analg&#233;sico se tornou a principal causa de insufici&#234;ncia hep&#225;tica nos Estados Unidos. O estudo mostra que a propor&#231;&#227;o de problemas no f&#237;gado causados pelo medicamento chegou a 51% do total em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Pesquisa divulgada pela revista cient&iacute;fica New Scientist alerta sobre os <strong>riscos</strong> que o <strong>paracetamol</strong> traz para a <strong>sa&uacute;de</strong> depois que foi divulgado que o <strong>analg&eacute;sico</strong> se tornou a <strong>principal causa</strong> de <strong>insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica</strong> nos Estados Unidos. O estudo mostra que a propor&ccedil;&atilde;o de problemas no f&iacute;gado causados pelo medicamento chegou a 51% do total em 2003. Em 1998, esta propor&ccedil;&atilde;o era de 28%.</div>
<div style="text-align: justify;">
Os cientistas americanos respons&aacute;veis pelo estudo chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que 20 comprimidos de paracetamol por dia s&atilde;o suficientes para causar insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica e levar &agrave; morte &#8211; a dose m&aacute;xima recomendada &eacute; de oito.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Em entrevista ao <a target="_blank" href="http://noticias.uol.com.br" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/noticias.uol.com.br?referer=');"><strong>UOL News</strong></a>, o toxicologista <strong>Anthony Wong</strong>, do Centro de Assist&ecirc;ncia Toxicol&oacute;gica do Hospital das Cl&iacute;nicas, deu uma aula sobre o que se deve e o que n&atilde;o se deve fazer no uso do <strong>paracetamol</strong>, admitiu n&atilde;o saber por que o rem&eacute;dio ainda continua no mercado e explicou que a dosagem perigosa varia de pessoa para pessoa.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;A quantidade de comprimidos &eacute; altamente vari&aacute;vel. S&oacute; aqui no Brasil tem comprimido de 750mg. Na Inglaterra s&oacute; tem de 500mg e de 360mg. Nos Estados Unidos existem comprimidos de at&eacute; 1g, mas isso ainda &eacute; muito restrito. Nos Estados Unidos, inclusive, j&aacute; h&aacute; restri&ccedil;&otilde;es, com advert&ecirc;ncia de caixa preta, para que as pessoas n&atilde;o tomem paracetamol com <strong>bebida alco&oacute;lica</strong>. Se tomar mais de 3 doses de bebida alco&oacute;lica <strong>n&atilde;o pode</strong> tomar paracetamol.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Ainda sobre a dosagem, lembrou: &quot;20 comprimidos &eacute; uma dose m&eacute;dia, mas h&aacute; pessoas que j&aacute; tiveram fal&ecirc;ncia hep&aacute;tica tomando 8 comprimidos de 500mg, que d&aacute; 4g. &Eacute; importante salientar que a m&aacute;xima di&aacute;ria s&atilde;o 4g de paracetamol, desde que n&atilde;o tenha &aacute;lcool, problema hep&aacute;tico ou o paciente n&atilde;o esteja tomando um outro rem&eacute;dio.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Nada de paracetamol na ressaca</strong><br />
Ele contou que a velha pr&aacute;tica de tomar um comprimido com paracetamol em dias de ressaca para combater a dor de cabe&ccedil;a deve ser completamente <strong>abolida</strong> da vida das pessoas. &quot;&Eacute; uma boa advert&ecirc;ncia para essa &eacute;poca de natal e ano novo. N&atilde;o se pode tomar um porre e depois tomar paracetamol, pois pode causar <strong>les&atilde;o hep&aacute;tica fulminante</strong> mesmo em doses menores do que 20 comprimidos. Tamb&eacute;m n&atilde;o pode tomar aspirina, porque ela aumenta o sangramento g&aacute;strico.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Para Anthony Wong, a pesquisa vem numa boa hora. &quot;&Eacute; importante e muito bem-vindo o alerta, porque os americanos e principalmente os brasileiros tomam rem&eacute;dios como se fossem &#8216;M&amp;Ms&#8217;. N&atilde;o pode.&quot; Ele contou que nos Estados Unidos, al&eacute;m da morte causada por fal&ecirc;ncia hep&aacute;tica, o paracetamol &eacute; a principal causa de morte por intoxica&ccedil;&atilde;o de todos os rem&eacute;dios que existem no pa&iacute;s.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>&quot;Ent&atilde;o por quer ainda est&aacute; no mercado?&quot;</strong>, perguntou a jornalista. &quot;Nos Estados Unidos tem um forte trabalho de marketing em cima do FDA. J&aacute; na Europa h&aacute; muitas restri&ccedil;&otilde;es. Na Inglaterra, por exemplo, s&oacute; se pode comprar uma caixa por m&ecirc;s.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo o m&eacute;dico, febre muito alta, jejum prolongado ou v&ocirc;mito prolongado em crian&ccedil;as ou adultos s&atilde;o muito perigosos. &quot;Isso esfolia a pessoa de radicais que s&atilde;o necess&aacute;rios para neutralizar o paracetamol.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O efeito no f&iacute;gado</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Segundo o m&eacute;dico, o efeito do paracetamol no f&iacute;gado &eacute; tardio. &quot;Depois de 12 horas a pessoa come&ccedil;a a sentir n&aacute;useas. Depois de 24 horas come&ccedil;a a ter dor de cabe&ccedil;a muito forte por causa da les&atilde;o do f&iacute;gado. E a&iacute; n&atilde;o adianta dar nada, porque o ant&iacute;doto s&oacute; funciona, na melhor das hip&oacute;teses, antes de 24 horas. Depois disso &eacute; muito tarde.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Ele contou que h&aacute; 3 anos saiu na Pediatrics um estudo alertando para esse efeito, dizendo que uma crian&ccedil;a que tomou paracetamol e est&aacute; vomitando poderia estar com overdose de paracetamol. &quot;E tanto &eacute; verdade que muitos centros j&aacute; aplicam um ant&iacute;doto quando uma crian&ccedil;a que tomou paracetamol &eacute; atendida e a m&atilde;e n&atilde;o sabe dizer qual foi a dose. Depois fazem a dosagem. Se for baixa, suspendem o ant&iacute;doto.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O paracetamol e a febre</strong><br />
Anthony Wong lembrou que v&aacute;rios <strong>antigripais</strong> cont&ecirc;m paracetamol. Lillian pediu para o m&eacute;dico citar alguns nomes-fantasia para que as pessoas pudessem saber de que rem&eacute;dio est&atilde;o falando. Citou como alguns exemplos Tylenol, Naldecon, Cheracap, Cedrin e Dimetap. &quot;Quase todos os antigripais t&ecirc;m paracetamol e muito facilmente causam overdose.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">O especialista explicou que n&atilde;o se deve nunca come&ccedil;ar um tratamento de gripe com aspirina. &quot;Motivo: existe uma doen&ccedil;a chamada <strong>S&iacute;ndrome de Reye</strong>, que causa a destrui&ccedil;&atilde;o fulminante do f&iacute;gado se a pessoa tomar aspirina e tiver propens&atilde;o gen&eacute;tica de <strong>destrui&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a</strong> no f&iacute;gado.&quot; Ele contou que essa advert&ecirc;ncia sobre o uso da aspirina foi feita no fim da d&eacute;cada de 70, come&ccedil;o da d&eacute;cada de 80.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">&quot;Quando saiu essa advert&ecirc;ncia, a incid&ecirc;ncia de Reye nos Estados Unidos era mais ou menos de mil casos por ano. Praticamente 95% das pessoas morriam. No Brasil n&atilde;o era muito menor. Depois da advert&ecirc;ncia, o n&uacute;mero de casos caiu para 25 ao ano. Isso demonstra que existe uma associa&ccedil;&atilde;o causal com uso da aspirina.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Alternativas</strong><br />
O m&eacute;dico deu algumas alternativas ao paracetamol. &quot;Tenho uma certa prefer&ecirc;ncia pela <strong>dipirona</strong> (novalgina), mas o <strong>ibuprofeno</strong> (advil para adulto e alivium para crian&ccedil;a), que est&aacute; entrando agora no mercado, &eacute; bastante seguro.&quot; Wong lembrou que nem a aspirina nem o paracetamol podem ser ingeridos em casos de dengue. O primeiro porque causa sangramento e o segundo porque ataca o f&iacute;gado.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Sobre rea&ccedil;&atilde;o anafil&aacute;tica, Wong explicou que independe do medicamento. &quot;Pode acontecer com qualquer rem&eacute;dio, desde dipirona, pinicilina (o mais comum de causar alergia), &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico, at&eacute; picada de abelha. A dica &eacute;: evite ao m&aacute;ximo tomar rem&eacute;dio. Se precisar, tome com cautela, com cuidado, mesmo que seja a 1/10 de vez que estiver tomando aquele rem&eacute;dio.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O paracetamol e a estatina</strong></div>
<div style="text-align: justify;">A jornalista Lillian Witte Fibe perguntou a ele se &eacute; perigoso misturar o paracetamol com a estatina, que &eacute; usada para o controle do colesterol. &quot;Ainda n&atilde;o foi demonstrada uma associa&ccedil;&atilde;o entre os dois. Parece que atuam em lugares diferentes dentro da c&eacute;lula hep&aacute;tica. Sabemos que alguns antibi&oacute;ticos, como a rifampicina, usada para tuberculose, e tamb&eacute;m alguns antibi&oacute;ticos da linha do cipro podem se associar ao paracetamol e provocar uma les&atilde;o de f&iacute;gado.&quot;</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" href="http://noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/12/08/ult2748u82.jhtm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/12/08/ult2748u82.jhtm?referer=');">UOL News &#8211; Sa&uacute;de &#8211; Entrevistas</a></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vai ter para todo mundo?</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/10/08/vai-ter-para-todo-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Informações & Curiosidades]]></category>
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		<description><![CDATA[O pre&#231;o dos alimentos disparou, e o aumento m&#233;dio no mundo passa dos 80%. A crise atual, a pior dos &#250;ltimos trinta anos, &#233; um grito de alerta sobre uma quest&#227;o que pouca gente ousa discutir: o planeta mal consegue alimentar 6,7 bilh&#245;es de bocas hoje. O que ocorrer&#225; em 2050, quando seremos 9,2 bilh&#245;es [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><img height="85" alt="" width="85" align="right" src="http://talidade.com.br/wp-content/uploads/2008/10/especial3.gif" />O <strong>pre&ccedil;o dos alimentos</strong> disparou, e o aumento m&eacute;dio no mundo passa dos 80%. A <strong>crise atual</strong>, a pior dos &uacute;ltimos trinta anos, &eacute; um grito de alerta sobre uma quest&atilde;o que pouca gente ousa discutir: o planeta mal consegue alimentar 6,7 bilh&otilde;es de bocas hoje. O que ocorrer&aacute; em 2050, quando seremos 9,2 bilh&otilde;es de terr&aacute;queos? <strong>A comida ser&aacute; cara e rara como nunca.</strong></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">Andr&eacute; Petry, de Nova York</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">Se tudo der certo, na noite deste domingo, precisamente &agrave;s 8h38, hora de Bras&iacute;lia, a sonda Phoenix vai pousar na regi&atilde;o norte de Marte, um peda&ccedil;o ainda n&atilde;o explorado do planeta vermelho. Sua miss&atilde;o ser&aacute; cavar a superf&iacute;cie em busca de &aacute;gua l&iacute;quida e bact&eacute;rias ou outros sinais que denunciem a possibilidade de existir vida em Marte. Na mesma hora, precisamente &agrave;s 8h38 da noite, o n&uacute;mero de crian&ccedil;as mortas no mesmo dia em todo o planeta Terra por causas relacionadas &agrave; fome ter&aacute; chegado a 14.856. S&oacute; no domingo. A <strong>f&oacute;rmula macabra</strong> &eacute; a seguinte: a cada cinco segundos <strong>morre uma crian&ccedil;a</strong> no mundo em decorr&ecirc;ncia de problemas provocados pela <strong>car&ecirc;ncia de calorias</strong> e prote&iacute;nas m&iacute;nimas para a&nbsp;<span id="1223492943138S" style="display: none">&nbsp;</span><strong>sobreviv&ecirc;ncia</strong>. &Eacute; dram&aacute;tico que a humanidade, em meio a progressos estupendos como a capacidade de escavar o solo de outro planeta em busca de vida pregressa, ainda seja assombrada pelo fantasma da fome &ndash; que ceifa a vida presente e futura na Terra. O mais dram&aacute;tico &eacute; que, durante os dez meses em que a Phoenix rasgou o &eacute;ter em dire&ccedil;&atilde;o a Marte, a situa&ccedil;&atilde;o aqui embaixo ficou ainda pior. O trigo, o milho, o leite, o a&ccedil;&uacute;car, o ovo, o frango &ndash; <strong>tudo subiu</strong>. Em alguns casos, como o do arroz, esse cereal que alimenta metade dos habitantes do planeta, o <strong>pre&ccedil;o dobrou</strong> em um ano. Pela primeira vez na hist&oacute;ria, o custo global de importar alimentos passar&aacute; de 1 trilh&atilde;o de d&oacute;lares.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><img height="300" alt="Filipina protesta com panela vazia: faltou dinheiro para a pesquisa do arroz - Luis Liwanag/AFP" width="201" align="right" src="http://talidade.com.br/wp-content/uploads/2008/10/especial4.jpg" />Os pobres do mundo est&atilde;o inquietos. Na Som&aacute;lia, a pol&iacute;cia dispersa multid&otilde;es famintas a tiros. Na Indon&eacute;sia, com quase metade de seus 230 milh&otilde;es de <strong>habitantes</strong> vivendo na <strong>pobreza</strong>, cada aumento de 10% no pre&ccedil;o do arroz joga 2 milh&otilde;es de pessoas na mis&eacute;ria absoluta. No Haiti, os pre&ccedil;os altos derrubaram o governo. Na Mal&aacute;sia, pa&iacute;s nem t&atilde;o pobre assim, o governo andou balan&ccedil;ando. No M&eacute;xico, protestos de rua contra o pre&ccedil;o das tortillas assustaram as autoridades. Na Tail&acirc;ndia, um dos celeiros de arroz do planeta, h&aacute; mercados limitando a compra do produto por cliente. Na Argentina, assolada pelo populismo da presidente Cristina Kirchner, os panela&ccedil;os voltaram a ser ouvidos, com produtores rurais reagindo contra medidas do governo e consumidores irritados com a escassez nos supermercados. Existem situa&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas no Paquist&atilde;o, no Egito, no Senegal. Em Gana, Bangladesh, Mianmar. H&aacute; fome na Cor&eacute;ia do Norte, na Eti&oacute;pia. No Brasil, o quadro &eacute; mais confort&aacute;vel, mas um peda&ccedil;o da crise mundial chegou ao pa&iacute;s, com o pre&ccedil;o dos alimentos ultrapassando a m&eacute;dia da infla&ccedil;&atilde;o. No Pal&aacute;cio do Planalto, estuda-se aumentar em 5% o benef&iacute;cio concedido pelo Bolsa Fam&iacute;lia para compensar a alta nos pre&ccedil;os.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">&quot;Estamos vivendo a pior crise dos &uacute;ltimos trinta anos&quot;, alarma-se o economista <strong>Jeffrey Sachs</strong>, professor da Universidade Col&uacute;mbia, em Nova York, e conselheiro especial de Ban Ki-moon, secret&aacute;rio-geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU). <strong>E n&atilde;o vai melhorar</strong>. Um relat&oacute;rio da FAO, a entidade da ONU que cuida dos alimentos e da agricultura no mundo, acabou de sair do forno em Roma, trazendo <strong>previs&otilde;es sombrias</strong>. O documento, divulgado na quinta-feira passada, diz que <strong>os alimentos n&atilde;o voltar&atilde;o a ser baratos como antes</strong>. A comida mais cara, portanto, chegou para ficar. &Eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o que deixa ainda mais vulner&aacute;veis 850 milh&otilde;es de pessoas ao redor do planeta, uma massa cronicamente subnutrida que vive sempre sob o espectro da fome. Antes, uma an&aacute;lise elaborada por uma equipe do Banco Mundial j&aacute; fazia previs&otilde;es parecidas. Dizia que os pre&ccedil;os ficar&atilde;o altos at&eacute; 2009, quando ent&atilde;o come&ccedil;ar&atilde;o a cair. A queda, por&eacute;m, n&atilde;o ser&aacute; acentuada, e os pre&ccedil;os ficar&atilde;o &quot;bem acima&quot; do n&iacute;vel registrado em 2004. O Banco Mundial calcula que a situa&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; como est&aacute;, amea&ccedil;adora e preocupante, pelo menos at&eacute; 2015. E em 2015 a popula&ccedil;&atilde;o mundial ter&aacute; cerca de 600 milh&otilde;es de bocas a mais para alimentar. &Eacute; o equivalente a quase tr&ecirc;s Brasis a mais. <strong>Vai dar?</strong></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">Em 1798, o economista ingl&ecirc;s <strong>Thomas Malthus</strong> previu que a humanidade se afundaria em guerras e doen&ccedil;as porque a fome reinaria no planeta. Seus c&aacute;lculos indicavam que a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos crescia em ritmo aritm&eacute;tico (1, 2, 3, 4&#8230;) e a popula&ccedil;&atilde;o aumentava em ritmo geom&eacute;trico (1, 2, 4, 8&#8230;). Malthus errou tudo. Em seu tempo, n&atilde;o tinha como prever a inven&ccedil;&atilde;o dos fertilizantes, que fizeram disparar a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, ou dos contraceptivos, que permitiram planejar o tamanho das fam&iacute;lias em sociedades mais afluentes. Agora, no entanto, come&ccedil;a a ganhar f&ocirc;lego no meio acad&ecirc;mico a escola dos <strong>neomalthusianos</strong>. Eles acham que a armadilha agora &eacute; gente demais vivendo num meio ambiente degradado demais. Em 2050, prev&ecirc;-se, seremos 9,2 bilh&otilde;es de pessoas &ndash; ou 2,5 bilh&otilde;es a mais do que hoje. Em seu &uacute;ltimo livro, <strong>Jeffrey Sachs</strong> arrasta uma asa para o <strong>neomalthusianismo</strong> e faz um apelo para que o total de habitantes n&atilde;o passe de 8 bilh&otilde;es at&eacute; 2050. Escreve Sachs: &quot;A atual trajet&oacute;ria econ&ocirc;mica, demogr&aacute;fica e ambiental do mundo &eacute; insustent&aacute;vel&quot;. Ele defende a &quot;coopera&ccedil;&atilde;o global&quot; para salvar o planeta e superar &quot;o paradoxo de uma economia global unificada e uma sociedade global dividida&quot;.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: center"><img height="182" alt="" width="325" align="middle" src="http://talidade.com.br/wp-content/uploads/2008/10/especial6.gif" />&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">A <strong>crise atual</strong> decorre de uma combina&ccedil;&atilde;o de causas: colheitas ruins, especula&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, aumento excepcional do barril de petr&oacute;leo e a explos&atilde;o dos biocombust&iacute;veis. Mas o que ajudar&aacute; a perpetuar o problema &eacute; o aumento do consumo de alimentos, sobretudo na China e na &Iacute;ndia, as locomotivas asi&aacute;ticas que, juntas, t&ecirc;m mais de um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o mundial. A China, em especial, tem peso fenomenal. Se cada chin&ecirc;s comer um frango a mais, dentro de cinco anos explodir&aacute; o mercado de milho, a ra&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica da ave. <strong>&quot;O frango &eacute; um milho com asa&quot;</strong>, brinca o professor <strong>Mauro de Rezende Lopes</strong>, economista da <strong>Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas</strong>, no Rio de Janeiro. &quot;E, quanto maior o poder aquisitivo, mais carne as pessoas consomem.&quot; Com a economia crescendo a 10% e o consumo de calorias aumentando 20%, a China, essa terra onde aconteceram mais de 1 500 ondas de fome na era crist&atilde;, est&aacute; formando uma imensa classe m&eacute;dia &ndash; que quer comer carne. O problema &eacute; que, para cada quilo de carne que a vaca engorda, s&atilde;o necess&aacute;rios 8 quilos de gr&atilde;os para aliment&aacute;-la. Considerando que boa parte &eacute; gordura e osso, a conta muda: para cada quilo de carne boa v&atilde;o 13 quilos de gr&atilde;os. &Eacute; preciso produzir isso tudo.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">&quot;Temos de acreditar que seremos capazes de dar de comer a todos e tomar as provid&ecirc;ncias necess&aacute;rias&quot;, diz o estudioso <strong>David Orden</strong>, do International <strong>Food Policy Research Institute</strong>, em Washington, e professor da Universidade Virginia Polytechnic. As provid&ecirc;ncias foram deixando de ser tomadas. Na d&eacute;cada de 60, com a popula&ccedil;&atilde;o crescendo mais que a produ&ccedil;&atilde;o de comida, uma crise se avizinhava, mas foi espantada pela &quot;revolu&ccedil;&atilde;o verde&quot;, que multiplicou a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. &Iacute;ndia e Paquist&atilde;o adotaram novas sementes, irriga&ccedil;&atilde;o, fertilizantes. O processo foi capitaneado por um velhinho simp&aacute;tico, o agr&ocirc;nomo <strong>Norman Borlaug</strong>, que hoje, aos 94 anos, morando no Texas, ainda tenta trabalhar nos intervalos entre uma hospitaliza&ccedil;&atilde;o e outra, sempre sob os cuidados de uma neta. Da revolu&ccedil;&atilde;o verde para c&aacute;, com comida farta e barata, investimentos foram sumindo e pesquisas, minguando. Pa&iacute;ses que n&atilde;o plantavam n&atilde;o se preocupavam em faz&ecirc;-lo. Existia alimento de sobra. H&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, o ministro americano da Agricultura, <strong>John Block</strong>, disse que a proposta de que os pa&iacute;ses pobres deveriam produzir o pr&oacute;prio alimento era &quot;um anacronismo de eras passadas&quot;, ou seja, eles podiam comprar os produtos americanos, fartos e baratos. Assim, o mundo foi-se esquecendo de cuidar da agricultura. Um exemplo financeiro. Em 1980, o Banco Mundial desembolsou 7,7 bilh&otilde;es de d&oacute;lares para empr&eacute;stimos agr&iacute;colas. Em 2004, foram apenas 2 bilh&otilde;es.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">Em paralelo, intensificou-se a urbaniza&ccedil;&atilde;o. Neste ano, ocorreu a virada: <strong>pela primeira vez na hist&oacute;ria da humanidade h&aacute; mais gente vivendo na cidade do que no campo</strong>. No campo, produz-se o que se come na cidade. <strong>Isso significa que h&aacute; menos gente produzindo para mais gente</strong> &ndash; e, quando isso acontece, &eacute; preciso ter boa distribui&ccedil;&atilde;o da comida. Nos Estados Unidos, as fam&iacute;lias rurais s&atilde;o 1% da popula&ccedil;&atilde;o e alimentam 99%. &quot;Talvez metade da fome global seja problema de infra-estrutura e distribui&ccedil;&atilde;o&quot;, diz <strong>Josette Sheeran</strong>, que comanda o <strong>Programa Mundial de Alimenta&ccedil;&atilde;o</strong> da <strong>ONU</strong>, entidade que socorre v&iacute;timas da fome mundo afora. Recentemente, Sheeran ganhou as manchetes globais ao dizer, diante do Parlamento ingl&ecirc;s, que a crise atual &eacute; um &quot;<strong>tsunami silencioso</strong>&quot;. Uma forma de combat&ecirc;-lo &eacute; melhorar a distribui&ccedil;&atilde;o. A produ&ccedil;&atilde;o mundial &eacute; suficiente para alimentar todos. S&oacute; que n&atilde;o chega a todos. Nos Estados Unidos, a distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; &oacute;tima, mas o <strong>desperd&iacute;cio &eacute; um esc&acirc;ndalo</strong>. Um estudo de 1995 descobriu que os americanos jogam fora 27% da comida dispon&iacute;vel para consumo. S&atilde;o n&uacute;meros assombrosos. <strong>Uma fam&iacute;lia de quatro pessoas p&otilde;e 4,7 quilos de carne e peixe no lixo todo m&ecirc;s!</strong> Se um quarto do desperd&iacute;cio fosse recuperado, daria para alimentar 20 milh&otilde;es de pessoas num dia! Se falta comida na Som&aacute;lia, onde a inseguran&ccedil;a alimentar amea&ccedil;a mais de 2 milh&otilde;es de pessoas, e sobra comida nos EUA, <strong>onde 66% da popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; acima do peso</strong>, o problema n&atilde;o est&aacute; apenas na produ&ccedil;&atilde;o.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">N&atilde;o h&aacute; receita pronta para superar a atual crise, mas duas medidas s&atilde;o inevit&aacute;veis. A primeira, de curto prazo, &eacute; despachar ajuda imediata aos milh&otilde;es amea&ccedil;ados pela fome, de modo a evitar uma crise humanit&aacute;ria de grandes propor&ccedil;&otilde;es. A segunda &eacute; voltar a jogar dinheiro na agricultura. Num instituto de pesquisa no M&eacute;xico, desenvolveu-se um milho capaz de resistir &agrave; seca da &Aacute;frica e um trigo que sobrevive &agrave;s pragas do sul da &Aacute;sia. Mas nunca apareceu o dinheiro para que as duas variedades chegassem &agrave;s m&atilde;os dos pobres. Nas Filipinas, onde as mulheres t&ecirc;m protestado exibindo panelas vazias nas ruas, os cientistas identificaram catorze tra&ccedil;os gen&eacute;ticos que podem salvar o arroz da praga do gafanhoto, mas n&atilde;o t&ecirc;m dinheiro para executar o trabalho. &Eacute; uma neglig&ecirc;ncia inadmiss&iacute;vel. Interc&acirc;mbios s&atilde;o exeq&uuml;&iacute;veis h&aacute; s&eacute;culos: os europeus trouxeram para as Am&eacute;ricas o trigo e o cavalo e, daqui, levaram a batata, por exemplo. Como hoje uma semente n&atilde;o consegue sair do M&eacute;xico e chegar ao Togo?</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify">A <strong>fome</strong> nunca se ausentou da vida humana, seja por f&uacute;ria da natureza, que criou o fungo da batata que matou 1 milh&atilde;o de irlandeses em meados do s&eacute;culo XIX, seja como conseq&uuml;&ecirc;ncia da <strong>bestialidade humana</strong>. Na II Guerra Mundial, al&eacute;m da bomba at&ocirc;mica, a fome foi uma arma poderosa. No gueto de Vars&oacute;via, onde cada judeu tinha direito a uma ra&ccedil;&atilde;o de menos de 200 calorias di&aacute;rias &ndash; o recomendado &eacute; em torno de 2.500 &ndash;, a <strong>fome</strong> estava &agrave; espreita em cada esquina dos 100 quarteir&otilde;es que abrigavam meio milh&atilde;o de judeus. A <strong>fome</strong> tamb&eacute;m matou milhares de sovi&eacute;ticos no cerco nazista a Leningrado, que ficou nove meses sem receber comida. Contando-se a hist&oacute;ria da <strong>fome</strong>, conta-se a hist&oacute;ria da humanidade. A fome est&aacute; na guerra. A fome est&aacute; na pol&iacute;tica, na forma (sempre p&uacute;blica e barulhenta) da greve de fome. A fome est&aacute; na religi&atilde;o, na forma (sempre reservada e silenciosa) do jejum, seja para judeus, cat&oacute;licos, mu&ccedil;ulmanos ou hindus. A fome est&aacute; no centro da trag&eacute;dia humana, mas sempre fomos salvos pelo engenho cient&iacute;fico do pr&oacute;prio homem. A ci&ecirc;ncia que fertilizou a terra, controlou pestes, reinventou sementes. A ci&ecirc;ncia ter&aacute;, mais uma vez, de nos salvar.</div>
<div style="text-align: justify">Se tudo der certo, a sonda Phoenix vai tirar uma fotografia de sua aterrissagem sobre o solo de Marte. A imagem percorrer&aacute; 680 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros e, em duas horas, chegar&aacute; ao centro da Nasa, nos Estados Unidos. Durante a viagem da foto, morrer&atilde;o 1 440 crian&ccedil;as de fome no mundo.</div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: center"><img height="358" alt="" width="549" src="http://talidade.com.br/wp-content/uploads/2008/10/especial5.jpg" /></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/280508/p_068.shtml" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/veja.abril.com.br/280508/p_068.shtml?referer=');">Revista VEJA&nbsp; Edi&ccedil;&atilde;o 2062&nbsp; 28 de maio de 2008</a></div>
<p style="text-align: justify"><strong>&nbsp;</strong></p>
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		<title>Relógio Mundial</title>
		<link>http://talidade.com.br/2008/09/29/relogio-mundial/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 20:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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		<category><![CDATA[relógio]]></category>
		<category><![CDATA[relógio mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[J&#225; parou para refletir sobre as coisas podem estar acontecendo nesse exato momento? 

&#160;
Nesse exato momento em que voc&#234; toma seu caf&#233;, que voc&#234; vasculha a internet&#8230; Infinitas coisas est&#227;o acontecendo ao seu redor&#8230; 
&#160;
N&#227;o que seja importante conhecer e dar valor tudo isso e sim que precisamos deixar de sermos egoistas e pararmos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">J&aacute; parou para refletir sobre as coisas podem estar acontecendo nesse exato momento? <br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Nesse exato momento em que voc&ecirc; toma seu caf&eacute;, que voc&ecirc; vasculha a internet&#8230; Infinitas coisas est&atilde;o acontecendo ao seu redor&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">N&atilde;o que seja importante </span><span style="font-family: Arial;">conhecer e </span><span style="font-family: Arial;">dar valor tudo isso e sim que precisamos deixar de sermos egoistas e pararmos de pensar que o universo gira ao nosso redor.</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tantas coisas boas e ruins acontecendo ao mesmo tempo e ainda passamos a vida preocupados com nossos relat&oacute;rios, com o dinheiro, com as obriga&ccedil;&otilde;es&#8230; com o que &#8216;v&atilde;o pensar de mim&#8217;&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Obviamente ficar refletindo sobre a vida n&atilde;o vai trazer nosso sustento, n&atilde;o vai pagar nossas contas nem cuidar de nossos filhos, p&oacute;rem desenvolver a consci&ecirc;ncia para a realidade &eacute; saber viver em plenitude&#8230; &Eacute; saber colocar cada coisa no seu devido lugar e na sua devida hora&#8230; Para isso precisamos reconhecer que n&atilde;o somos nada perante ao todo&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Quando revalorizamos nossa vida e damos o devido valor a nossos afazeres, passamos a realizar as mesmas tarefas do dia-a-dia com mais vontade, com mais responsabilidade&#8230; sem a tal da preocupa&ccedil;&atilde;o&#8230; </div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Tudo fruto de uma auto-revaloriza&ccedil;&atilde;o&#8230; mas para isso precisamos entender que a vida n&atilde;o se resume apenas nas coisas que fazemos, sentimos e pensamos&#8230; </div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Pois bem, baseado em estat&iacute;sticas e estimativas, o pessoal do site <strong>Poodwaddle</strong> devenvolveu &quot;rel&oacute;gios mundiais&quot; sobre algumas poucas coisas que est&atilde;o acontecendo ao nosso redor. </span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Eis os rel&oacute;gios:</span></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: center;">&nbsp;<embed width="500" height="500" src="http://www.poodwaddle.com/worldclockpw.swf" type="application/x-shockwave-flash" play="true" loop="true" menu="true"></embed></div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: center;"><strong><embed width="500" height="500" src="http://www.poodwaddle.com/earthclock.swf" type="application/x-shockwave-flash" play="true" loop="true" menu="true"></embed></strong></div>
<div style="text-align: center;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: left;">Essas poucas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma amostra de algumas coisas que est&atilde;o acontecendo&#8230; </div>
<div style="text-align: left;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: left;">Ser&aacute; que temos alguma participa&ccedil;&atilde;o nesse n&uacute;meros? </div>
<div style="text-align: left;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: left;">Bem, a resposta n&atilde;o &eacute; t&atilde;o importante quanto a necessidade do desenvolvimento da reflex&atilde;o&#8230;.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.poodwaddle.com" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.poodwaddle.com?referer=');">Poodwaddle Earth Clock</a></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desertificação afetará alimentação mundial a partir de 2020, diz organização</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 19:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organiza&#231;&#227;o Mundial de Meteorologia (OMM) alertou hoje para o fato de que a mudan&#231;a clim&#225;tica est&#225; agravando a desertifica&#231;&#227;o e que esta poder&#225; dificultar a alimenta&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o mundial a partir de 2020.
&#160;
&#34;S&#243; 11% da superf&#237;cie do planeta &#233; cultiv&#225;vel e tem que (produzir o suficiente para) alimentar a popula&#231;&#227;o mundial, que atualmente &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Meteorologia (OMM) alertou hoje para o fato de que a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica est&aacute; agravando a desertifica&ccedil;&atilde;o e que esta poder&aacute; dificultar a alimenta&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o mundial a partir de 2020.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">&quot;S&oacute; 11% da superf&iacute;cie do planeta &eacute; cultiv&aacute;vel e tem que (produzir o suficiente para) alimentar a popula&ccedil;&atilde;o mundial, que atualmente &eacute; de 6,3 bilh&otilde;es de pessoas e que, em 2020, segundo c&aacute;lculos, ser&aacute; de 8,2 bilh&otilde;es&quot;, afirmou em entrevista coletiva o respons&aacute;vel pelo Programa de Meteorologia para a Agricultura da OMM, Mannava Sivakumar.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Frente a esses dados, &quot;quest&otilde;es como os nutrientes do solo, a degrada&ccedil;&atilde;o da terra, a seguran&ccedil;a alimentar global e a qualidade ambiental adquirem maior import&acirc;ncia&quot;, acrescentou.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para analisar esse fen&ocirc;meno e seus efeitos, mais de 2.000 especialistas de quase 200 pa&iacute;ses, ag&ecirc;ncias da ONU, &oacute;rg&atilde;os internacionais e organiza&ccedil;&otilde;es ambientalistas participar&atilde;o, de 3 a 14 de setembro, em Madri, da 8&ordf; Confer&ecirc;ncia da Conven&ccedil;&atilde;o da ONU de Luta contra a Desertifica&ccedil;&atilde;o.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo as previs&otilde;es da OMM, a temperatura do planeta aumentar&aacute; 0,4&deg; C nos pr&oacute;ximos 20 anos, a quantidade de chuvas aumentar&aacute; nas latitudes altas e diminuir&aacute; na maioria das regi&otilde;es subtropicais, as regi&otilde;es atingidas pela seca aumentar&atilde;o e as ondas de calor e as precipita&ccedil;&otilde;es intensas se tornar&atilde;o cada vez mais freq&uuml;entes.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A organiza&ccedil;&atilde;o meteorol&oacute;gica destaca que, se essas previs&otilde;es se concretizarem, a degrada&ccedil;&atilde;o dos solos aumentar&aacute;, devido &agrave;s secas e &agrave; eros&atilde;o decorrente de chuvas torrenciais.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Tudo isso prejudicar&aacute; a qualidade do solo e, conseq&uuml;entemente, seu rendimento. Ao mesmo tempo, existe a possibilidade de a superf&iacute;cie cultiv&aacute;vel da Terra diminuir.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Sivakumar acha que &quot;a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola de muitos pa&iacute;ses africanos ser&aacute; gravemente comprometida pela mudan&ccedil;a do clima, j&aacute; que, provavelmente, a extens&atilde;o das terras cultiv&aacute;veis diminuir&aacute;, assim como seu rendimento&quot;, especialmente no norte, no oeste e algumas &aacute;reas do sul do continente.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">As regi&otilde;es mais secas da Am&eacute;rica Latina tamb&eacute;m ser&atilde;o afetadas pela mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, que favorecer&aacute; a desertifica&ccedil;&atilde;o e a saliniza&ccedil;&atilde;o de campos de cultivo.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Al&eacute;m disso, &quot;no sul da Europa, o aumento das temperaturas e a maior ocorr&ecirc;ncia de secas, que provocaram graves inc&ecirc;ndios na Gr&eacute;cia, reduzir&atilde;o a disponibilidade de &aacute;gua, o potencial de energia hidroel&eacute;trica e a produtividade agr&iacute;cola&quot;, acrescentou Sivakumar.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para agravar a situa&ccedil;&atilde;o, &quot;muitos dos agricultores de todo o mundo n&atilde;o sabem muito bem o que est&aacute; acontecendo e de que forma a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica afetar&aacute; suas colheitas&quot;, disse Sivakumar, cuja organiza&ccedil;&atilde;o oferece semin&aacute;rios destinados a camponeses de pa&iacute;ses em desenvolvimento.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Da Efe<br />
Em Genebra</span></div>
<p><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" href="http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/efe/2007/08/31/ult4429u964.jhtm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/efe/2007/08/31/ult4429u964.jhtm?referer=');">Uol &#8211; Ci&ecirc;ncia e S&aacute;ude</a></p>
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		<title>Mudança no clima pode ameaçar segurança alimentar</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 18:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Realito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos]]></category>
		<category><![CDATA[escassez de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Organiza&#231;&#227;o das Na&#231;&#245;es Unidas para a Agricultura e Alimenta&#231;&#227;o (FAO) alertou hoje que a mudan&#231;a clim&#225;tica &#34;poderia chegar a ser uma s&#233;ria amea&#231;a para a seguran&#231;a alimentar mundial&#34;, e que por isso &#233; &#34;crucial&#34; adotar medidas imediatas para neutralizar seus efeitos.
&#160;
O alerta foi feito pelo subdiretor-geral da FAO, Alexander M&#252;ller, diante mais de 140 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Agricultura e Alimenta&ccedil;&atilde;o (FAO) alertou hoje que a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica &quot;poderia chegar a ser uma s&eacute;ria amea&ccedil;a para a seguran&ccedil;a alimentar mundial&quot;, e que por isso &eacute; &quot;crucial&quot; adotar medidas imediatas para neutralizar seus efeitos.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O alerta foi feito pelo subdiretor-geral da FAO, Alexander M&uuml;ller, diante mais de 140 especialistas de todo o mundo, em um semin&aacute;rio sobre &quot;planejamento e estrat&eacute;gias de adapta&ccedil;&atilde;o&quot;. A mudan&ccedil;a clim&aacute;tica est&aacute; se transformando em um dos grandes desafios que a humanidade dever&aacute; enfrentar nos pr&oacute;ximos anos, devido a seu impacto na produ&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e acesso aos alimentos.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No entanto, se as causas forem combatidas, com a redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de gases do efeito estufa, &quot;&eacute; crucial tomar tamb&eacute;m medidas imediatas para neutralizar seus efeitos&quot; e encontrar formas para melhorar a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o das pessoas e dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o aliment&iacute;cia, afirmou.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A agricultura &eacute; o setor mais afetado pelas mudan&ccedil;as no clima e ser&aacute; &quot;cada vez mais vulner&aacute;vel no futuro&quot;. A situa&ccedil;&atilde;o de risco &eacute; especial para os pa&iacute;ses em desenvolvimento, que t&ecirc;m menos recursos para enfrentar os danos. O clima extremo e adverso &quot;pode p&ocirc;r em risco&quot; a produ&ccedil;&atilde;o de arroz, que alimenta mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o do planeta. Por isso seria &quot;muito ben&eacute;fica&quot; a introdu&ccedil;&atilde;o de novas variedades melhoradas deste cereal, com maior toler&acirc;ncia &agrave; salinidade.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A r&aacute;pida transi&ccedil;&atilde;o para um maior uso dos biocombust&iacute;veis poderia ajudar a reduzir as emiss&otilde;es respons&aacute;veis do efeito estufa, &quot;sempre que forem levadas em conta a seguran&ccedil;a alimentar e as considera&ccedil;&otilde;es ambientais&quot;. Mas a agricultura &eacute; tamb&eacute;m &quot;culpada&quot; quando se fala de mudan&ccedil;a clim&aacute;tica e a pr&oacute;pria produ&ccedil;&atilde;o de arroz &eacute; uma das principais fontes de gases causadores do efeito estufa.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Al&eacute;m disso, a pecu&aacute;ria &eacute; respons&aacute;vel por 18% das emiss&otilde;es de gases do efeito estufa em n&iacute;vel mundial, enquanto o desmatamento &eacute; respons&aacute;vel por 18% das emiss&otilde;es de di&oacute;xido de carbono.</span></div>
<div style="text-align: justify">&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A melhora na gest&atilde;o da pecu&aacute;ria e das pr&aacute;ticas agr&iacute;colas e florestais &quot;teria um impacto muito grande&quot; para neutralizar os efeitos da mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, segundo a FAO. Da mesma maneira, adotar pr&aacute;ticas como a agricultura de conserva&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ajudaria a manter grandes quantidades de carbono no solo.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1894615-EI8278,00.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0_OI1894615-EI8278_00.html?referer=');">Terra Not&iacute;cias</a></span></div>
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